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PF aponta irregularidades na gestão de investimentos da Rioprev

PF aponta Rioprevidência como almanaque de irregularidades e mira ex-governador e ex-presidente em operação que movimentou 3 bilhões em ações do Banco Master

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  • A Polícia Federal classificou a gestão de investimentos do Rioprevidência como um “almanaque de irregularidades”.
  • O ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, seria peça central em esquema que viabilizou aporte de cerca de 3 bilhões de reais em ações ligadas ao Banco Master.
  • As transferências teriam ocorrido por interferência política indevida, e não por critérios técnicos, segundo a PF.
  • O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça autorizou dez mandados de busca e apreensão contra o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, e o ex-presidente do Rioprevidência.
  • A PF afirma que Antunes atuava na gestão fraudulenta, operacionalizando aplicações em Letras Financeiras e fundos de investimentos com irregularidades.

A Polícia Federal classificou a gestão de investimentos do Rioprevidência, órgão responsável pelo pagamento de servidores aposentados do Rio de Janeiro, como marcada por irregularidades graves. A investigação aponta que houve um aporte de cerca de 3 bilhões de reais em ações associados ao Banco Master, viabilizado por meio de influências políticas, não por critérios técnicos.

Segundo a PF, Deivis Marcon Antunes, ex-presidente do Rioprevidência, seria uma peça central do esquema. O órgão aponta que ele participou da operação de aplicações em Letras Financeiras e fundos de investimentos com desvio de finalidade, em desacordo com o interesse do RPPS.

A decisão partiu do ministro do STF André Mendonça, que autorizou dez mandados de busca e apreensão. Os alvos incluem endereços vinculados ao ex-governador do Rio, Cláudio Castro, e ao ex-presidente do Rioprevidência, Antunes. As medidas visam esclarecer responsabilidades e apurar a origem das movimentações financeiras.

Investigação e desdobramentos

O Rioprevidência administra os recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Rio de Janeiro, que financia benefícios de servidores públicos. A PF indica que as operações teriam sido realizadas com interferência política indevida, em detrimento da gestão técnica de investimentos.

Em apuração, as autoridades buscam elementos que comprovem a natureza das transferências e eventuais favorecimentos. A defesa de envolvidos pode apresentar argumentos nas próximas fases do inquérito, que segue sob supervisão do STF. Fontes oficiais confirmam o andamento das diligências para esclarecer o que aconteceu e quem tinha participação direta.

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