- Zema não descarta alianças ainda no primeiro turno, incluindo com Caiado, para viabilizar outra candidatura de direita no lugar de Flávio Bolsonaro.
- A definição sobre alianças deve ocorrer na data limite para registro de candidaturas, em 15 de agosto.
- O ex-governador afirmou que o cenário pode mudar até a reta final e que levará a pré-campanha até o fim.
- Ele elogiou Caiado, sinalizou abertura para composições e afirmou que não descarta a hipótese de ser vice do goiano; disse que “não pode ser o contrário?”.
- Mesmo com possíveis alianças, há intenção de união contra Lula, além de críticas a distorções no mercado de trabalho e em programas sociais.
O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, não descarta alianças ainda no primeiro turno para viabilizar outra candidatura de direita, possivelmente para enfrentar Lula. A declaração foi feita em evento com investidores em São Paulo nesta terça-feira, 26. O prazo para registro de candidaturas é 15 de agosto.
A ideia surge após a divulgação de áudios envolvendo o filho de Jair Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, episódio que elevou as questões sobre alianças à pauta pública. Zema sinalizou que as definições devem evoluir conforme o cenário político se desenha até a data limite.
Zema reforçou boa relação com Ronaldo Caiado e abriu margem para composições. Questionado sobre a possibilidade de ser vice do goiano, respondeu de forma descontraída, sugerindo que não seria o contrário. Minas e Goiás foram citados como estados com afinidades institucionais.
Cenário político e alianças
Segundo o pré-candidato, as mudanças no quadro político devem seguir até o fim da campanha, com definições tardias possíveis. Ele ressaltou que continuará com a pré-campanha até o encerramento oficial.
Ao mencionar o objetivo comum de tirar Lula da disputa, Zema afirmou que, independentemente do nome na deliberate segunda etapa, haverá união entre os setores da direita para derrotar o PT. A projeção de composição depende da evolução das conversas entre as lideranças.
Na avaliação de Zema, o eleitorado pode interpretar como indignação o resultado de fatos recentes, citando impactos do episódio envolvendo o banco Master como fator a ser considerado na avaliação de candidaturas associadas.
Entre na conversa da comunidade