- Sessão da comissão especial que analisa o fim da escala 6 x 1 ocorreu, com o presidente Alencar Santana distribuindo camisetas e adesivos em apoio à proposta; oposição criticou a ação.
- Camisetas em diferentes cores foram usadas por parlamentares e apoiadores durante a sessão, incluindo Erika Hilton e Vicentino; adesivos amarelos também foram vistos em ternos.
- Camisas vermelhas com a marca “6 X 1” foram vendidas na entrada da Câmara.
- A proposta mantém o direito a dois dias de descanso semanal e prevê jornada de quarenta horas semanais sem redução salarial, com implementação gradual: 60 dias após promulgação, queda de setenta e quatro para quarenta e quatro horas; 14 meses para a jornada de quarenta horas; dois dias de folga entram em vigor imediatamente após o prazo de 60 dias, independentemente do limite de horas.
- A votação foi retomada após pedido de vista, com o relatório apresentado por Leo Prates; para prosseguir, a PEC precisa de ao menos 308 votos em dois turnos.
Nesta quarta-feira (27.mai.2026), a sessão da comissão especial que analisa a PEC do fim da escala 6 x 1 terminou com distribuição de adesivos e camisetas em apoio à proposta. O clima foi marcado por manifestações de apoio entre parlamentares presente na Câmara.
O presidente da comissão, Alencar Santana (PT-SP), conduziu o debate vestindo uma camiseta em favor da redução da jornada para 40 horas semanais. Além dele, outros congressistas receberam camisetas e adesivos durante a reunião, reforçando o tom pró-medida.
A oposição criticou a ação. O deputado Gilson Marques (Novo-SC) classificou a postura como incompatível com a função de presidente da comissão e afirmou que a atitude não condiz com o cargo.
Projeto da 6 X 1
A PEC busca extinguir o modelo atual de 6 x 1 e estabelecer dois dias de folga semanal, com jornada máxima de 40 horas, sem redução salarial. O relatório apresentado aponta cronograma de implementação gradual. A votação ocorreu após adiamento na segunda-feira anterior.
O relator Leo Prates (Republicanos-BA) apresentou o parecer na segunda-feira, após reunião entre o presidente Lula e o presidente da Câmara, para alinhamento do texto. A proposta prevê 60 dias para início de adequação, com redução progressiva da carga horária.
Segundo o texto, a efetivação de 40 horas ficará para 14 meses após a promulgação. Os dois dias de folga entram em vigor imediatamente após o prazo inicial, independente do limite de horas. A aprovação depende de ao menos 308 votos em dois turnos.
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