- A PEC do fim da escala 6×1 pode avançar na comissão especial nesta quarta-feira e, se houver tempo, vai a plenário no mesmo dia.
- A ideia é reduzir a jornada de trabalho e encerrar esse capítulo da tramitação, buscando acelerar antes do recesso.
- O presidente da Câmara, Hugo Motta, pretende entregar a aprovação ainda nesta semana, com apoio da base aliada e do Centrão.
- A comissão, comandada por Alencar Santana, deve analisar e aprovar o texto; a oposição promete questionamentos para retardar.
- Ainda há dúvidas sobre a postura do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, mas interlocutores veem o apelo popular da medida como fator favorável à continuidade do processo.
A Câmara deve votar nesta quarta-feira a PEC que encerra a escala 6×1 e reduz a jornada de trabalho. A comissão especial analisa o texto e pode aprová-lo ainda hoje; se for o caso, o tema segue para o plenário no mesmo dia. A medida tem apoio amplo entre a base governista.
A proposta é considerada prioritária pelo governo e conta com apoio de Lula. O presidente da Câmara, Hugo Motta, busca aprovar o texto tanto na comissão quanto no plenário, acelerando o trâmite antes do recesso. A orientação é avançar enquanto houver tempo útil.
Oposição promete questionar pontos da PEC e tentar retardar a aprovação. No entanto, a expectativa é de que a ampla mobilização de apoiadores do tema ajude a manter o avanço, mesmo em ano eleitoral. A equipe de Motta busca um desfecho que permita ao Senado deliberar nas próximas semanas.
Contexto político
O debate envolve a liderança da Câmara, alinhada ao Planalto, e o bloco oposicionista que pretende questionar o mérito técnico da proposta. Há dúvidas sobre a posição do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e sobre o andamento do tema no Senado após o possível avanço na Câmara.
Interlocutores próximos ao governo destacam o apelo popular da PEC como argumento para a continuidade da tramitação. Mesmo com resistências pontuais, a expectativa é de que o tema seja analisado com maior celeridade nos próximos meses.
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