- João Campos, presidente do PSB, vai se encontrar com o presidente Lula para destravar palanques em São Paulo e Minas Gerais.
- O PSB quer que Lula defina a situação de Márcio França; se ele não for candidato ao Senado, dirigentes defendem que França receba um ministério em um eventual quarto mandato de Lula.
- França já sinalizou que aceitaria ser suplente de Marina Silva ou de Simone Tebet; a indefinição do PT tem irritado o PSB.
- O encontro também tratará do palanque em Minas, onde Rodrigo Pacheco, filiado ao PSB a pedido de Lula, não pretende disputar o governo.
- Segundo dirigentes, ainda não está fechada a possibilidade de Pacheco disputar Minas, mas o assunto é objeto de avaliação com Lula.
O presidente nacional do PSB, João Campos (PE), irá se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira, 28, para alinhar palanques em São Paulo e Minas Gerais, dois dos maiores colégios eleitorais do país. O objetivo é destravar a participação do partido nas disputas estaduais.
A pauta também inclui a definição sobre Márcio França, ex-ministro do Empreendedorismo, e a possibilidade de ele compor um palanque ao lado de Marina Silva, caso Lula escolha o nome da ex-ministra para o Senado paulista. Fronteiras de cargos continuam em aberto.
Entre os temas, o PSB busca garantir que França tenha espaço no Senado em SP, disputado com Marina Silva, da Rede. Caso Lula indique Marina, o partido avalia que França poderia receber um ministério em eventual novo mandato do presidente.
No âmbito de Minas Gerais, o encontro deve esclarecer a posição do senador Rodrigo Pacheco, filiado ao PSB, sobre a candidatura ao governo. Pacheco foi apontado como aposta do PT, mas tem indicado aos aliados que não concorrerá.
Dirigentes do PSB relatam à Coluna do Estadão que a candidatura de Pacheco em Minas ainda não está fora de possibilidade, mas ele tem enfrentado atritos internos ligada a apoios a Messias para o STF. A reunião busca esclarecer esse desdobramento.
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