- A Câmara dos Deputados aprovou em dois turnos a PEC do fim da escala 6×1: 472 votos a favor no primeiro turno e 461 a 19 no segundo, seguindo para o Senado.
- O presidente da Câmara, Hugo Motta, chamou a aprovação de “momento histórico” e destacou três pilares: redução da jornada para 40 horas semanais, dois dias de descanso e manutenção dos salários.
- Motta afirmou que o impacto é positivo principalmente para as mulheres, que enfrentam jornadas tripla, defendendo o tempo livre como dignidade humana.
- O deputado mencionou críticas dos empresários e comparou o avanço com o fim da escravidão, dizendo que avanços civilizatórios enfrentam resistência.
- A votação marca a maior mudança para os trabalhadores desde a Constituição de 1988, com o texto seguindo para o Senado Federal.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, do Republicanos da Paraíba, celebrou a aprovação da PEC que encerra a escala 6×1 nesta quarta-feira 27 de maio. O texto foi aprovado em dois turnos e seguirá para o Senado Federal.
Em discurso, Motta classificou o momento como histórico e a maior mudança para os trabalhadores desde a Constituição de 1988. A proposta prevê redução da jornada para 40 horas semanais, dois dias de descanso e a manutenção dos salários.
O parlamentar destacou que os ganhos devem beneficiar principalmente as mulheres, que costumam enfrentar jornadas triplas, defendendo que tempo livre também é dignidade humana. Também citou críticas ao impacto para empresários e comparou a resistência a avanços civis com fatos do passado.
Aprovação na Câmara
A Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos, o texto-base da PEC do fim da escala 6×1. O placar foi de 472 votos a favor e 22 contrários no primeiro turno, e 461 a 19 no segundo.
O texto segue para o Senado Federal para avaliação. Caso seja confirmado, entrará em vigor conforme o calendário definido pela legislação complementar.
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