- O Ministério Público Federal abriu um inquérito civil para investigar irregularidades na seleção de militares temporários pela Aeronáutica entre 2025 e 2026.
- A apuração busca colher provas sobre a ausência de cotas para candidatos pretos ou pardos nos editais geridos pela Diretoria de Administração de Pessoal da Aeronáutica.
- A investigação foi deflagrada no ano anterior e avança com novas evidências sobre as denúncias recebidas pelo MPF.
- O Radar aguarda manifestação do Comando da Aeronáutica sobre o tema.
O Ministério Público Federal abriu um inquérito civil para apurar irregularidades na seleção de militares temporários da Aeronáutica entre 2025 e 2026. O foco é a possível ausência de cotas destinadas a candidatos pretos ou pardos nos editais da Diretoria de Administração de Pessoal da Aeronáutica.
O MPF vai realizar diligências para coletar provas que comprovem a inexistência de cotas raciais nos editais sob responsabilidade da instituição. A investigação foi deflagrada no ano passado e avança após a obtenção de documentos que sustentam as denúncias recebidas pelo órgão.
O Radar aguarda manifestação do Comando da Aeronáutica sobre o tema.
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