- A Câmara aprovou em dois turnos a PEC do fim da escala 6×1; o texto agora segue para o Senado.
- No primeiro turno foram 472 votos a favor e 22 contrários; no segundo turno, 461 votaram a favor, 19 contra e 14 não compareceram.
- O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) votou a favor da redução da jornada para 42 horas semanais em ambos os turnos.
- Em vídeo anterior à votação, Nikolas afirmou que não é contra o fim da escala, mas criticou a “discussão populista” sobre o tema.
- A PEC determina reduzir a jornada de 44 para 42 horas semanais a partir de 60 dias após a promulgação e, em 14 meses, chegar a 40 horas semanais.
A Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos, o texto-base da PEC do fim da escala 6×1. A votação ocorreu nesta quarta-feira (27/5) e o texto segue para o Senado. A decisão determina mudanças na jornada de trabalho.
No primeiro turno, foram 472 votos a favor e 22 contrários. No segundo, 461 parlamentares apoiaram a redução da escala; 19 votaram contra e 14 não votaram. Nikolas Ferreira (PL-MG) votou a favor em ambos os turnos, conforme registro da Câmara.
Ferreira havia publicado um vídeo antes da votação no qual afirmou não ser contra o fim da escala, mas criticou o que chamou de discussão populista e disse que a medida não resolveria os problemas do país. A posição dele gerou críticas nas redes sociais.
Votos contrários à PEC
- Adriana Ventura (Novo-SP)
- Bibo Nunes (PL-RS)
- Carlos Chiodini (MDB-SC)
- Caroline de Toni (PL-SC)
- Daniel Freitas (PL-SC)
- Daniela Reinehr (PL-SC)
- Fabio Schiochet (União Brasil-SC)
- Fausto Pinato (União Brasil-SP)
- Gilson Marques (Novo-SC)
- Julia Zanatta (PL-SC)
- Kim Kataguiri (Blink)
- Lucas Redecker (PSD-RS)
- Marcel van Hattem (Novo-RS)
- Mauricio Marcon (PL-RS)
- Nicoletti (PL-RR)
- Paulo Marinho Jr. (PL-MA)
- Pezenti (MDB-SC)
- Ricardo Guidi (PL-SC)
- Ricardo Salles (Novo-SP)
- Rosangela Moro (PL-SP)
- Sérgio Turra (PP-RS)
- Zé Trovão (PL-SC)
Detalhes da proposta
A PEC reduz a jornada de 44 para 42 horas semanais 60 dias após a promulgação. Em 14 meses, a carga deve chegar a 40 horas semanais. A mudança envolve impactos na organização do trabalho e na remuneração. O texto aguarda análise no Senado.
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