- O PT avalia nomes para disputar os governos de Goiás e Minas Gerais, incluindo Adriana Accorsi e Marília Campos.
- Em Minas Gerais, Rodrigo Pacheco não deve disputar o governo, mas ainda pode ocorrer uma conversa final com o PT; Lula é citado como fator de influência.
- Planos alternativos em Minas incluem Josué Gomes, filiado ao PSB, e a possibilidade de Alexandre Kalil compor palanque, além de credenciar o PT a lidar com dois palanques.
- Marília Campos, ex-prefeita de Contagem e pré-candidata ao Senado, aparece como opção, mas resiste ao governo estadual; Lula pode chamá-la a Brasília, em um suposto sacrifício político.
- Em Goiás, Adriana Accorsi é a principal cotada, mas pode preferir renovar o mandato; Flávio Faído também é considerado por ter boa comunicação com o agronegócio. Lula pode chamá-la para uma conversa em Brasília.
Com a aproximação das eleições de 2026, o PT analisa nomes para disputar os governos de Goiás e Minas Gerais. A apuração é de Pedro Venceslau, da CNN 360°, e aponta cenários distintos entre os dois estados. O objetivo é montar palanques competitivos.
Em Minas Gerais, a avaliação aponta que Rodrigo Pacheco não deve disputar o governo, ainda que haja conversas finais em andamento. O PT trabalha com cenários alternativos diante dessa possibilidade, mantendo o foco no conjunto de 2026.
Planos para Minas Gerais
Josué Gomes, filho de José Alencar, é visto como uma opção viável para o PT caso haja indicação de substituto para Pacheco. Gomes se filiou ao PSB com Rodrigo Pacheco no limite do prazo eleitoral, o que facilita alianças.
Outra possível aposta é Alexandre Kalil, do PDT, que pode compor o palanque mineiro, embora a relação com o PT local seja tensa e gere risco de palanques distintos. A ideia é manter o PT competitivo na região.
Uma terceira alternativa em Minas é Marília Campos, ex-prefeita de Contagem e pré-candidata ao Senado. Embora tenha boaoscilação de voto, Campos considera a disputa estadual muito difícil. Lula pode chamá-la a Brasília para uma conversa estratégica.
Desafios em Goiás
Em Goiás, o PT enfrenta um ambiente histórico desfavorável, com forte presença do agronegócio e do conservadorismo. Mesmo assim, o partido busca um palanque sólido na região para valer o voto local.
Adriana Accorsi, deputada federal e delegada, aparece como a principal cotada. Ela disputou a prefeitura de Goiânia com desempenho significativo, mas resiste a lançar-se ao governo estadual. A ideia é convencê-la a renovar o mandato ou aceitar o desafio.
Flávio Faído, pecuarista de Rio Verde e filiado ao PT, surge como segunda opção. A aposta dele é dialogar com o setor do agronegócio, que domina o estado. As fontes indicam que as conversas seguem em andamento.
O PT trabalha com essas possibilidades, reconhecendo Goiás e Minas Gerais como dois nós essenciais a resolver até o período eleitoral. A coordenação segue articulando palanques que ampliem competitividade nos dois estados.
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