- Após a recusa de Rodrigo Pacheco, Lula passou a avaliar a ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT) para o Governo de Minas.
- Lula vinha defendendo Marília para o Senado e desencorajava a ideia de que ela disputasse o Executivo.
- Marília já informou ao PT que não pretende concorrer ao governo e quer seguir para o Senado.
- A negativa de Pacheco, somada a dúvidas sobre palanques no estado, levou o PT a considerar a candidatura de Marília ao governo.
- Em reunião com a bancada do PT, Edinho Silva citou Marília como ideal, mas mencionou também Kalil e Sandra Goulart como opções; Alckmin tratou do tema com Pacheco, que reiterou não ter interesse no governo mineiro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a considerar a candidatura da ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), ao Governo de Minas após a recusa definitiva do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG). A mudança ocorreu depois de Lula defender anteriormente o nome de Marília para o Senado.
Pacheco já havia sinalizado que não disputaria o Governo de Minas. A recusa, associada à falta de palanque sólido para o PT no estado, levou Lula a avaliar outras opções. Marília Campos já informou ao PT que não pretende concorrer ao governo, mantendo a candidatura ao Senado.
Entre as alternativas consideradas pelo PT estão nomes como o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, e a ex-reitora da UFMG Sandra Goulart, conforme a leitura interna de aliados. A direção do PT tem discutido a estratégia para Minas, buscando um desfecho que fortaleça o partido no estado.
Durante reunião com a bancada do PT, o presidente do partido, Edinho Silva, apresentou a ideia de Marília Campos como ideal, ao mesmo tempo em que mencionou Kalil como possível candidato complementar. Lula também pediu a avaliação de cenários com outros palanques.
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) conversou com Pacheco na segunda-feira, em encontro de quase duas horas, mas o senador reiterou não ter interesse em disputar o Governo de Minas. A expectativa entre petistas era que Pacheco abrisse mão da candidatura para destravar as negociações locais.
Integrantes do PT de Minas aguardavam essa conversa para retomar as tratativas. Compromissos anteriores com a candidatura de Pacheco haviam travado as negociações, segundo relatos internos, que apontam pressão para encerrar o impasse e definir o nome para o governo.
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