- A Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da escala de trabalho 6×1.
- A implementação pode ocorrer de forma gradual em até catorze meses, mas o texto ainda precisa passar pelo Senado antes de ser promulgado.
- Famosos e personalidades criticaram o modelo atual e defenderam jornadas de trabalho mais humanas e equilibradas.
- Anitta celebrou a aprovação nas redes sociais, aparecendo em Stories dançando ao som de uma música de apoio à mudança.
- Fátima Bernardes e Letícia Colin também se manifestaram nas redes e em programas de televisão sobre o tema.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira a Proposta de Emenda à Constituição que encerra o regime de trabalho 6×1. A medida, apresentada para melhorar a qualidade de vida e a saúde mental de trabalhadores, pode entrar em vigor de forma gradual em até 14 meses. Ainda depende da aprovação no Senado antes da promulgação.
Diversas personalidades da música, televisão e mídia reagiram nas redes sociais e em programas de televisão. Entre os nomes que se manifestaram estão Anitta, Fátima Bernardes e Letícia Colin, defendendo jornadas de trabalho mais humanas e equilibradas. A repercussão ganhou ainda mais espaço após a votação.
Anitta celebrou a aprovação em seus Stories no Instagram, marcando a data com uma apresentação musical. Fátima Bernardes disse, em participação no programa Sem Censura, que a nova configuração pode representar mudança relevante no cotidiano de trabalhadores. Letícia Colin também participou de publicações públicas sobre o tema.
A percepção pública sobre o tema envolve debates sobre qualidade de vida, saúde mental e limites do trabalho. A proposta, se efetivada, prevê a substituição do atual ciclo de seis dias consecutivos de expediente por uma escala mais flexível, com impacto potencial em diversas categorias profissionais.
Segundo o jornalismo de referência, a implementação ocorrerá aos poucos, com ajustes previstos ao longo de 14 meses. O texto ainda precisa passar pelo Senado antes de seguir para a promulgação. A avaliação política e técnica sobre impactos econômicos permanece em análise.
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