- A Casa Branca pressiona o Congresso para aprovar um bilhete de $250 com o retrato de Donald Trump, o que exigiria mudar a lei federal que proíbe pessoas vivas em moeda dos EUA.
- O secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou, em coletiva, que a ideia seria para comemorar os 250 anos da independência e que o Tesouro já se prepara para a possibilidade, mas tudo depende do Congresso.
- A proposta precisaria de maioria simples na Câmara dos Deputados, controlada pelos republicanos, mas dificilmente reuniria os 60 votos no Senado, onde a coalizão republicana tem 53 cadeiras.
- O líder democrata da Câmara, Hakeem Jeffries, reagiu rapidamente, dizendo que é um “não” a uma nota de 250 dólares com Trump e que a celebração do 4 de julho não é sobre ele.
- O texto aponta que, sem apoio suficiente, a proposta não deve avançar.
A Casa Branca está pressionando o Congresso para aprovar um projeto que criaria uma nota de US$ 250 com o retrato de Donald Trump. A medida exigiria mudar uma lei federal de longa data que proíbe a presença de qualquer pessoa viva em moeda dos EUA. A proposta seria comemorativa aos 250 anos da independência do país, segundo o secretário do Tesouro, Scott Bessent.
Bessent afirmou, em coletiva no Salão Oval, que o Tesouro já começou a se preparar para a possibilidade de uma nova moeda. Ele ressaltou, no entanto, que a decisão final depende do Legislativo, destacando que a lei continua vigente.
A reação política não tardou. O líder democrata da Câmara, Hakeem Jeffries, reagiu nas redes sociais com ressalvas, dizendo que é um recuo ao que chamou de soberania institucional. A proposta tem apoio limitado entre republicanos na Câmara, onde há maioria, e enfrenta grande resistência no Senado, onde o partido Republicano detém 53 cadeiras.
Contexto e cenário político
O grupo que apoia a medida sustenta que a mudança pode marcar a celebração histórica, mas há dúvidas sobre a viabilidade legislativa. Observadores apontam que, mesmo com a aprovação na Câmara, a derrota é provável no Senado, onde requer 60 votos para evitar obstruções.
Repercussões e desdobramentos
Paralelamente, Trump divulgou desenhos de um acordo de paz com o Irã entre aliados, incluindo Israel. A imprensa aponta que a negociação pode exigir novas rodadas de conversas e ações diplomáticas para evitar violações de cessar-fogo.
Outros componentes do dia
- O Departamento de Justiça ampliou uma ação contra quatro estados por recusarem placas de licença confidenciais para agentes do ICE, argumentando necessidades de operações undercover.
- A cidade de Memphis enfrenta críticas à atuação de uma força-tarefa antiviolência, acusada pela ACLU de intimidar comunidades locais.
- Em outra frente, o processo de Trump contra o Wall Street Journal por supostas ligações ao Epstein foi reaberto com pedido de pelo menos US$ 10 bilhões em danos.
Observações finais do dia
Gestores da administração também sinalizam iniciativas legais e diplomáticas que compõem a agenda de maio, com foco em segurança pública, eleições e relações internacionais. Detalhes adicionais dependem de novos desdobramentos no Congresso e em tribunais.
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