- A Funasa (Fundação Nacional de Saúde) retomou, em 2025, o programa de implantação de cisternas no semiárido, com 20.976 unidades em quase 498 municípios de oito estados.
- Os estados contemplados são Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
- A iniciativa busca enfrentar a escassez de água, melhorando saúde, produção de alimentos, permanência de famílias no campo e redução de desigualdades históricas.
- A cisterna aproxima água potável das comunidades, reduzindo deslocamentos, melhorando condições sanitárias, fortalecendo a segurança alimentar e contribuindo para a prevenção de doenças.
- Em contexto de mudanças climáticas, a solução é vista como tecnologia social consolidada, de baixo custo, para ampliar a adaptação e a resiliência ambiental no semiárido.
No semiárido brasileiro, a água continua sendo um recurso essencial para a saúde, a produção de alimentos e a dignidade das famílias rurais. A escassez é crônica e a chuva ocorre apenas em poucos meses do ano, o que amplia a vulnerabilidade hidrica.
A Fundação Nacional de Saúde (Funasa) retoma, em 2025, o programa de implantação de cisternas, com foco em infraestrutura, saúde pública e inclusão social. A iniciativa utiliza a capacidade de gestão e articulação da Funasa.
Ao todo, serão implantadas 20.976 cisternas em quase 498 municípios de oito estados: Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. A medida visa ampliar o acesso à água potável.
A cisterna aproxima a água da casa, reduzindo deslocamentos, melhorando nutrição, saneamento e prevenção de doenças. A ação representa uma resposta prática a uma problemática histórica de insegurança hídrica.
O programa envolve milhares de obras, formação de usuários e educação ambiental, fortalecendo a presença do Estado em territórios historicamente negligenciados. Investir em água é promover cidadania e saúde pública no campo.
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