- O senador Flávio Bolsonaro definirá com Jair Bolsonaro o nome do substituto de Cláudio Castro no Senado pelo Rio de Janeiro, com expectativa de conversa ainda neste fim de semana.
- Estão cotados para ficar na chapa pela direção estadual do PL: o deputado Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante e o senador Carlos Portinho, este último com atuação vista como possibilidade de reeleição.
- Carlos Jordy é visto como ativo junto ao bolsonarismo raiz, além de ter apresentado um pedido de CPMI para investigar fraude financeira bilionária.
- Sóstenes Cavalcante é valorizado por ter eleitorado evangélico e por demonstrar lealdade ao partido, com atuação elogiada pela cúpula do PL.
- Cláudio Castro comunicou ao presidente do PL a desistência da candidatura ao Senado; ele é alvo de investigações e de dois mandados de busca e apreensão pela Polícia Federal.
Flávio Bolsonaro irá definir com Jair Bolsonaro o substituto de Cláudio Castro na disputa pelo Senado no Rio de Janeiro. A conversa deve ocorrer ainda neste fim de semana, visando fechar a chapa do PL no estado, reduto da família.
A prioridade interna do PL aponta para nomes como Carlos Jordy e Sóstenes Cavalcante, além do senador Carlos Portinho. Castro tinha sido cotado, mas abriu mão da candidatura após anúncio de que disputaria outra vaga.
Carlos Jordy é visto como ativo junto ao bolsonarismo raiz, com foco em ampliar apoio político. Já Sóstenes Cavalcante tem base entre evangélicos e reputação de lealdade ao partido.
Carlos Portinho, atual senador, tenta a reeleição após assumir vaga de suplente ao falecer Arolde de Oliveira. A direção do PL avalia se Portinho manterá chances de votos suficientes.
Em nota, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que a dupla com Jair Bolsonaro deve conduzir a melhor decisão para representar a direita no Rio. A desistencia de Castro ocorreu após investigações da PF.
Cláudio Castro comunicou ao presidente do PL a desistência da candidatura ao Senado nesta quinta-feira, 28. Ele é alvo de mandados de busca e apreensão relacionados a investigações de fraude no setor de combustíveis.
A decisão de Castro abriu espaço para consolidar a chapa de Flávio no Rio, fortalecendo a estratégia de manter o apoio do bolsonarismo no estado e garantir posição competitiva na disputa provincial.
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