- Flávio Bolsonaro publicou um vídeo criticando Lula por ter dito estar “muito triste” com a decisão dos EUA de classificar as facções PCC e CV como terroristas.
- Lula afirmou, em discurso durante evento da Petrobras em Sergipe, estar triste com a notícia e citou a possibilidade de intervenção dos Estados Unidos no Brasil.
- No vídeo, Flávio questiona se Lula está tratando integrantes de facções como “nossos criminosos” e afirma que a soberania do país deve defender o povo.
- O Departamento de Estado dos EUA classificou o PCC e o CV como organizações terroristas globais especialmente designadas, enquadrando-as como organizações terroristas estrangeiras.
- Lula reiterou que, para as comunidades brasileiras, as facções são terroristas e disse que o combate ocorre dentro do país, mencionando que o governo não apoia facções.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou um vídeo nesta sexta-feira, 29 de maio de 2026, criticando o presidente Lula pela reação à decisão dos EUA de classificar PCC e CV como terroristas. O material foi publicado nas redes sociais de Flávio.
No vídeo, o senador questiona se um presidente pode tratar integrantes das facções como “nossos criminosos” e reproduz trechos do discurso de Lula em evento da Petrobras em Sergipe. A fala de Lula dizia estar triste com a decisão americana.
Flávio Bolsonaro associa o tom de Lula à defesa de marginais e diz que a soberania do povo brasileiro está em jogo, citando o medo de populações que convivem com violência. O jovem político afirma que o governo atual protege criminosos, em vez das vítimas.
PCC e CV classificados como terroristas
O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou que PCC e CV passam a ser designados como organizações terroristas. As facções passam a ser enquadradas como terroristas estrangeiras com impacto internacional.
Segundo os EUA, as facções são consideradas entre as mais violentas do Brasil, com milhares de integrantes e ataques contra policiais, autoridades e civis. A decisão aponta para potenciais restrições financeiras e legais.
Lula afirmou, ao comentar a medida, que a classificação pode abrir espaço para intervenção externa. Em tom de descontentamento, o presidente argumentou que as facções causam danos a comunidades brasileiras, reforçando a necessidade de combate dentro do país.
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