- Flávio Bolsonaro participou do lançamento das pré-candidaturas de Sergio Moro ao governo do Paraná, Deltan Dallagnol e Filipe Barros ao Senado, no Jockey Club do Paraná, em Curitiba, nesta sexta-feira (29).
- No discurso, Sergio Moro criticou o presidente Lula.
- Moro citou a decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e CV como organizações terroristas para justificar as críticas a Lula.
- O governo dos Estados Unidos classificou o PCC e o CV como Grupo Terrorista Transnacional, conforme o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros.
- Flávio Bolsonaro havia pedido aos EUA que classificassem as facções como terroristas durante viagem ao país e comemorou a decisão nas redes sociais após o anúncio.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou nesta sexta-feira (29) do lançamento das pré-candidaturas de Sergio Moro ao governo do Paraná, de Deltan Dallagnol ao Senado e de Filipe Barros ao Senado, realizado no Jockey Club do Paraná, em Curitiba. O ato reuniu apoiadores e candidatos da oposição a partir de alianças regionais.
Moro discursou criticando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, alinhado à pauta de seus apoiadores. O tom foi de oposição a políticas nacionais, segundo o registro do evento, com a expectativa de ampliar o cabo de força político no estado. A cerimônia ocorreu no mesmo local de outros atos da coligação.
Durante o encontro, Flávio Bolsonaro caminhou ao lado de Moro e reforçou, em palavras de apoio, a estratégia de permitir que o bloco avance nas eleições proporcionais e majoritárias. O evento também sinalizou manter uma agenda de alianças entre o PL e o Novo em apostas para as próximas disputas.
Contexto internacional
Nessa sexta-feira, o governo dos Estados Unidos classificou formalmente o PCC e o CV como grupos terroristas transnacionais, segundo o Departamento do Tesouro. A decisão envolve sanções e medidas de restrição a ativos, bem como maior vigilância internacional.
Flávio Bolsonaro já havia levado a pauta aos Estados Unidos durante viagem recente. Em reunião com representantes do Departamento de Estado, ele pediu a classificação das facções como organizações terroristas, segundo informações divulgadas pela imprensa.
Após o anúncio norte-americano, o parlamentar comentou publicamente sobre o tema e informou ter recebido apoio de autoridades do país. A posição gerou repercussão entre apoiadores e adversários, elevando o tom político do assunto.
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