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Fux nega pedido de Douglas Ruas para assumir governo interino do RJ

Fux nega pedido de Douglas Ruas para assumir governo interino; Castro segue como governador interino até deliberação final do STF sobre eleições no Rio

Em abril, Ruas foi eleito para comandar a Alerj após cassação do ex-presidente Rodrigo Bacellar (União)
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  • O ministro Luiz Fux, do STF, negou nesta sexta-feira o pedido de Douglas Ruas para assumir interinamente o governo do Rio de Janeiro até decisão sobre o mandato-tampão.
  • Ruas, presidente da Alerj, afirma que deve comandar o estado porque o presidente da Assembleia está na linha de sucessão, conforme a Constituição fluminense.
  • Fux determinou que o presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto de Castro, deve permanecer no cargo interino até o plenário do STF decidir sobre as eleições do mandato-tampão.
  • O julgamento sobre se as eleições serão diretas ou indiretas estava suspenso desde 9 de abril, com pedido de vista de Flávio Dino; a data de retomada ainda não foi definida.
  • A eleição do mandato-tampão é necessária porque a linha de sucessão do estado está desfalcada, após a renúncia de Castro e a saída do ex-vice-governador Thiago Pampolha para o TCE.

O ministro Luiz Fux, do STF, negou nesta sexta-feira o pedido de Douglas Ruas, presidente da Alerj, para assumir interinamente o governo do Rio de Janeiro até que o STF decida as eleições para o mandato-tampão. Ruas argumentou que, pela linha de sucessão, caberia a ele comandar o estado temporariamente.

A decisão mantém o presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto de Castro, no cargo de governador interino até o desfecho do julgamento no STF. O tribunal aguarda a definição sobre se as eleições para o mandato-tampão serão diretas ou indiretas, tema que será decidido pelo plenário da Corte.

O contexto envolve a queda de comando após mudanças recentes no governo estadual. Em abril, Rodrigo Bacellar foi cassado pelo TSE, o que levou Ruas a assumir a presidência da Alerj. O ex-vice-governador Thiago Pampolha deixou o cargo em 2025 para ocupar uma vaga no Tribunal de Contas do estado, contribuindo para a desocupação na linha sucessória. A paralisação do julgamento começou com um pedido de vista do ministro Flávio Dino em 9 de abril, sem data definida para retorno.

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