- A Genial/Quaest vai refazer a pergunta sobre o apoio dos brasileiros à designação do PCC e do CV como organizações terroristas.
- Na última vez em que a questão apareceu, em novembro, 73% dos entrevistados disseram apoiar a designação.
- A mudança de contexto ocorre após a repercussão da decisão do Departamento de Estado dos Estados Unidos.
- O diretor da Quaest, Felipe Nunes, diz que a nova pergunta leva em conta a visão de endurecimento e o papel esperado do Brasil.
- A pesquisa será realizada nos dias 5, 6 e 7 de junho, e os resultados serão divulgados na quarta-feira, 10 de junho.
A pesquisa Genial/Quaest vai refazer a pergunta sobre o apoio dos brasileiros à designação do PCC e do CV como organizações terroristas. A mudança ocorre diante da repercussão da decisão do Departamento de Estado dos EUA. Os institutos vão à campo na próxima semana para colher novas respostas.
O diretor do Quaest, Felipe Nunes, explica que o novo cenário exige reavaliação. Ele diz que, anteriormente, o foco era o endurecimento penal e a firmeza no combate às facções, sem prever intervenção externa. A pergunta volta a ser relevante diante da decisão norte-americana.
A origem da medida, segundo Nunes, pode alterar a percepção pública. Ele afirma que a imagem dos EUA está mais negativa, o que influencia a disposição do brasileiro de aceitar ou rejeitar uma intervenção externa. A ideia é entender a reação da população ao novo contexto internacional.
O questionário já estava pronto, mas foi refeito para incluir a nova pergunta. A equipe do Genial/Quaest inicia a coleta nos dias 5, 6 e 7 de junho. A divulgação dos resultados está prevista para quarta-feira, 10 de junho.
Contexto internacional e abertura de relações
A decisão dos EUA sobre as facções torna-se parte do debate político interno, segundo analistas ouvidos pelos veículos. Essa mudança de cenário pode impactar a leitura de políticas de segurança pública no Brasil.
Lula reagiu à posição dos EUA, destacando que o País não admite ser tratado como motivo de pressão externa. A manifestação do governo federal reforça o tema da soberania na condução de políticas internas.
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