- A esquerda vê Manuela d’Ávila (PSOL-RS) como uma aposta de renovação para o pós-Lula, especialmente no sul do país.
- Manuela foi vice na chapa de Fernando Haddad em 2018 e hoje é pré-candidata ao Senado pelo Rio Grande do Sul.
- Ela lidera a corrida ao Senado no RS, com 14% das intenções de voto, segundo a pesquisa Genial/Quaest.
- O discurso dela ganhou visibilidade com uma entrada marcante em evento, usando luvas de boxe e associando-se a lutas pela ciência, pelo SUS, pela soberania nacional e pelas mulheres.
- A ex-deputada disputou três vezes a prefeitura de Porto Alegre e, em 2024, deixou o PCdoB para se filiar ao PSOL; o desgaste de lideranças no PT é visto como oportunidade para o bloco progressista.
A esquerda já articula nomes para o pós-Lula, com foco em renovar quadros. Manuela d’Ávila, ex-deputada gaúcha, é apontada como uma possibilidade de liderança no cenário de 2030, quando o presidente deve deixar o cargo.
Manuela trocou o PCdoB pelo PSOL e já foi vice na chapa presidencial de Fernando Haddad em 2018. Atualmente, ela é pré-candidata ao Senado pelo PSOL no Rio Grande do Sul.
A aposta ocorre diante da ausência de lideranças fortes no PT com a saída de Lula, que deve completar 81 anos em outubro. No campo progressista, a leitura é de que Manuela tem potencial para renovar o espectro à esquerda.
Ela é destacada por trajetória jovem e combativa, atuação expressiva nas redes sociais e relação com o eleitorado feminino. Além disso, há avaliação de projeção nacional, especialmente no Sul, onde a esquerda enfrentou avanços do bolsonarismo.
No ato de lançamento da pré-candidatura ao Senado, Manuela entrou ao som de Eye of The Tiger vestida de boxeadora. O momento evidenciou abertura de discurso em defesa da ciência, do SUS, da soberania nacional e do protagonismo das mulheres.
Pesquisa Genial/Quaest indica Manuela na liderança da corrida ao Senado no Rio Grande do Sul, com 14% das intenções de voto. O resultado sustenta a leitura de maior competitividade dentro do PSOL.
A trajetória política de Manuela inclui três disputas pela Prefeitura de Porto Alegre, sem vitória definitiva. Em 2020, ficou em empate técnico no segundo turno, em campanha marcada por ataques nas redes sociais.
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