- Vencedor da semana: o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ), que teve um encontro com Donald Trump e viu o PCC e o CV serem classificados como grupos terroristas.
- Perdedor da semana: o ex-governador Cláudio Castro (PL‑RJ), que desistiu da candidatura ao Senado após nova ação da Polícia Federal.
- PCC e CV foram listados como grupos terroristas, conforme o registro citado na matéria.
- Fique de olho: a PEC do fim da escala 6×1 deve chegar ao Senado, com incerteza sobre o papel de aliados e oposição.
- Também em destaque: encontros em Lisboa no evento Gilmarpalooza entre políticos e empresários, e a Marcha para Jesus promovida por evangélicos.
Três Poderes: Flávio Bolsonaro vence a semana ao posar ao lado de Donald Trump, em um encontro que chamou atenção às vésperas da classificação do PCC e do CV como grupos terroristas. A notícia também ressalta um desaire político: o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, desiste da candidatura ao Senado após nova ação da Polícia Federal.
O vencedor é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que manteve visibilidade ao confirmar reunião com o ex-presidente americano. A ocasião ocorre num momento em que a pauta de segurança pública aparece entre os destaques do cenário político.
Já o perdedor da semana é Cláudio Castro (PL), ex-governador do Rio. Ele suspende a pré-candidatura ao Senado após nova ação da Polícia Federal relacionada a investigações anteriores. A decisão encerra uma tentativa eleitoral de curto prazo.
Contexto político e desdobramentos
Além das movimentações envolvendo Flávio e Castro, o noticiário aponta a PEC que discute o fim da escala 6×1 a caminho do Senado, com entendimento incerto entre senadores e oposição. Nesse ambiente, políticos e empresários devem participar de reuniões em Lisboa na chamada Gilmarpalooza, e representantes evangélicos articulam a Marcha para Jesus.
O texto também aborda o quadro de segurança pública, com a classificação do PCC e do CV como grupos terroristas no radar de autoridades. O desdobramento pode influenciar o debate sobre leis de combate à criminalidade e políticas de segurança interna.
Observa-se, ainda, a leitura de que o cenário político permanece volátil, com alianças e táticas de antecipação de agenda governamental em elaboração. As próximas semanas devem trazer novos sinais sobre o equilíbrio entre os poderes.
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