- O presidente da torcida organizada FAR (Força Atleticana Revolucionária), Marcelo Saad, disse que esporte e política caminham juntos ao comentar o ato contra Flávio Bolsonaro em Belo Horizonte.
- O protesto está marcado para terça-feira, 2 de junho de 2026, é aberto ao público e não impedirá a homenagem ao político.
- Saad afirma que a mobilização será pacífica e aberta a pessoas que não são torcedores do Atlético-MG, com expectativa de cerca de 1.000 participantes.
- A homenagem de cidadão honorário a Flávio Bolsonaro foi proposta por integrantes do Partido Liberal, com o vereador Vile Santos à frente da articulação.
- O vereador, em rede social, disse que a FAR é grupo de “baderneiros e militantes de esquerda” que não representa a torcida do Atlético-MG; ainda não houve adesão de outras torcidas.
O presidente da torcida organizada FAR (Força Atleticana Revolucionária), Marcelo Saad, afirmou ao Poder360 que esporte e política caminham juntos. Ele comenta o ato contra a entrega do título de cidadão honorário a Flávio Bolsonaro, marcado para 2 de junho, pela Câmara Municipal de Belo Horizonte.
Segundo Saad, o protesto é aberto ao público, não apenas aos torcedores do Atlético-MG. A mobilização será pacífica e não visa impedir a homenagem, apenas manifestar oposição ao evento.
Até o momento, nenhuma outra torcida organizada aderiu à mobilização. Saad estima cerca de 1.000 participantes, impulsionados pela repercussão nas redes sociais. A defesa da democracia é apontada como base da iniciativa.
Contexto da homenagem
A proposta de conceder o título partiu de integrantes do PL, com o vereador Vile Santos à frente da articulação. A assessoria de Santos informou que a honraria reconhece a trajetória de Flávio Bolsonaro.
Repercussão online
Na rede social X, a atuação da FAR foi recebida com críticas por parte de apoiadores do deputado, que classificam o grupo como adversário à homenagem. O tema gerou debates entre usuários e líderes locais.
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