- O GDF enviou à Câmara Legislativa o projeto de lei que ratifica o empréstimo de R$ 6,6 bilhões com o Fundo Garantidor de Crédito para socorrer o Banco de Brasília (BRB).
- Não houve quórum na CLDF para colocar a proposta em votação nesta terça-feira, 2 de junho.
- Deputados da base aliada e opositores questionaram o teor do projeto e demandaram mais garantias por escrito antes de votar.
- O secretário de Economia, Valdivino de Oliveira, afirmou que a nota do Capag do DF subiria de C para A até setembro, mas não convenceu todos os parlamentares.
- Deputados da oposição e da base viciante citaram dúvidas sobre transparência de dados e possível endividamento do governo, destacando críticas a votações anteriores ligadas ao BRB e ao Master.
O Governo do Distrito Federal enviou à Câmara Legislativa (CLDF) um Projeto de Lei para ratificar o empréstimo de R$ 6,6 bilhões com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), com o objetivo de socorrer o BRB. A proposta é fruto de um acordo entre GDF, BRB, a União e o STF.
Apesar da condução do tema, não houve quórum suficiente para votação na sessão desta terça-feira (2/6). A ausência de apoio entre bolsones da base governista, que já enfrentam críticas por votações anteriores, impediu a análise do texto.
Debates e resistências na CLDF
O Secretário de Economia, Valdivino de Oliveira, participou da reunião do Colégio de Líderes para explicar o projeto e defender a necessidade do empréstimo. No encontro, alguns parlamentares da base exigiram garantias adicionais por escrito antes de votar.
Deputados da oposição questionaram a transparência dos dados apresentados e o real impacto financeiro do acordo. Alegaram que a nota de Capacidade de Pagamento (Capag) do DF estaria sujeita a dúvidas, o que motivaria cautela quanto ao endividamento do governo.
Outro integrante da base governista, o deputado Daniel de Castro, sinalizou resistência à aprovação sem condições claras. Ele ressaltou que já houve votos de confiança anteriores e que o cenário atual não gera clima nem quórum suficientes para seguir adiante.
Entre na conversa da comunidade