- Em Alagoas, o influenciador Patrick Almeida, conhecido como “PTK”, foi preso na Operação Morro do Alemão, com 51 mandados expedidos.
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- Áudios da Polícia Civil de Alagoas mostram relação entre PTK e Nem Catenga, apontado como líder do Comando Vermelho no estado.
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- A SSP-AL afirma que o CV buscava apoio político para expansão territorial; PTK estaria escalado para concorrer a vereador por Maceió, filiado ao Solidariedade na época.
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- PTK se filiou ao MDB neste ano e, segundo a investigação, poderia concorrer a deputado federal; foram apreendidos R$ 20 mil, um iPhone 17, um iPhone 15, um pen-drive e dois anéis de ouro.
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- Além de PTK, oito pessoas foram presas; a operação ocorreu em Maceió, Marechal Deodoro e no Rio de Janeiro, com cooperação entre as polícias estadual, civil e militar e a Polícia Civil fluminense.
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) prendeu nesta quarta-feira, 3 de junho, o influencer Patrick Almeida, conhecido como PTK. A operação mira a cúpula do Comando Vermelho (CV) no estado. Áudios obtidos pela polícia revelam ligação entre PTK e Nem Catenga, apontado como líder do CV em Alagoas.
Segundo a SSP-AL, PTK foi escalado por Nem Catenga para disputar uma vaga de vereador por Maceió nas eleições de 2024. Na época, ele era filiado ao Solidariedade, que impediu a candidatura no último momento.
As investigações apontam que o CV buscava apoio político para ampliar atuação territorial em Alagoas. Além de PTK, a operação mira nomes ligados à facção e envolve mandados em diferentes cidades.
A ação, chamada Operação Morro do Alemão, mobilizou 51 mandados pela 17ª Vara Criminal de Maceió: 20 de prisão e 31 de busca e apreensão. Ao todo, oito pessoas foram presas em Alagoas e no Rio de Janeiro.
Entre os materiais apreendidos com PTK estão R$ 20 mil em espécie, um iPhone 17, um iPhone 15, um pen-drive e dois anéis de ouro. A operação contou com o apoio da SSP-AL, das polícias Civil e Militar locais e da Polícia Civil do Rio de Janeiro.
Operação Morro do Alemão
A operação é parte de um desdobramento das investigações sobre atuação do CV no estado. As ações visam desarticular a estrutura criminosa e reduzir a influência política associada à organização.
Os mandados foram executados em Maceió, Marechal Deodoro e no estado fluminense, com a cooperação entre as forças de segurança estaduais e federais. Não há, até o momento, informações sobre o andamento das diligências.
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