- A Polícia Civil de Pernambuco prendeu três pessoas, incluindo um vereador em exercício, na investigação do assassinato do ex-vereador Ezinho Construção, em Aliança, Agreste.
- O vereador é apontado como o possível mandante do crime, supostamente relacionado a disputas políticas locais dentro da Câmara Municipal.
- Também foram presos a esposa do parlamentar e um assessor; este último seria intermediário na contratação do executor dos disparos.
- O homicídio ocorreu em abril de dois mil e vinte e cinco, quando Ezinho foi morto por criminosos armados após sair de um estabelecimento de sua propriedade; ele não resistiu aos ferimentos.
- O inquérito permanece com a Delegacia de Alagoinha, que investiga as circunstâncias do crime e a participação de cada suspeito.
A Polícia Civil de Pernambuco prendeu um vereador suspeito de mandar matar o ex-parlamentar Ezio Galindo Cordeiro, conhecido como Ezinho Construção, para ocupar a vaga dele na Câmara Municipal de Aliança, no Agreste. A prisão ocorreu durante as investigações sobre o homicídio, ocorrido em Alagoinha no mesmo território.
Quatro pessoas foram alvo de mandados na quarta-feira, 3 de junho, entre elas o vereador em exercício. A apuração aponta que a motivação está ligada à disputa por espaço político na Câmara. Também foram presos a esposa dele e um assessor.
Detalhes do caso
Ezinho foi atingido por diversos disparos logo após deixar um estabelecimento de sua propriedade, em abril de 2025. Ele foi socorrido, transferido ao Hospital da Restauração, no Recife, mas não resistiu aos ferimentos.
As diligências indicam que o vereador seria o mandante do crime, possivelmente para beneficiar interesses locais. A prisão da esposa está relacionada a tentativas de dificultar o andamento do inquérito, inclusive pela suposta recuperação de um celular desaparecido.
O assessor é investigado pela possível participação na articulação para contratar o executor. A Polícia Civil informou que os mandados de prisão foram cumpridos e os suspeitos permanecem à disposição da Justiça.
O inquérito é conduzido pela Delegacia de Alagoinha, que continua apurando as circunstâncias do homicídio e o papel de cada investigado no caso.
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