- O presidente do STF, Edson Fachin, negou o pedido de suspeição de Kassio Nunes Marques para julgar o mandado de segurança que mira a criação da CPI do Banco Master.
- A decisão ocorreu na quarta-feira, e o processo ainda não teve decisão do relator.
- Os senadores Eduardo Girão, Alessandro Vieira, Marcos Pontes e Plínio Valério alegaram que Kassio tem relação de amizade com o senador Ciro Nogueira e pode ter interesse direto no caso.
- Fachin afirmou que a arguição de suspeição deveria ter sido apresentada até cinco dias após a escolha do relator, o que não ocorreu.
- Os parlamentares afirmam que o requerimento de instalação da CPI já reúne 53 assinaturas, acima dos 27 necessários, e questionam uma suposta omissão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, na leitura do documento.
O presidente do STF, ministro Edson Fachin, negou o pedido de suspeição do ministro Kassio Nunes Marques para julgar mandado de segurança que solicita a criação da CPI do Banco Master. A decisão foi proferida na quarta-feira (3).
A ação foi protocolada em março deste ano, e o relator ainda não decidiu o mérito. Os senadores Eduardo Girão, Alessandro Vieira, Marcos Pontes e Plínio Valério alegam amizade de Kassio Nunes Marques com o senador Ciro Nogueira e supõem interesse direto no caso.
Fachin sustentou que a arguição de suspeição foi apresentada fora do prazo regimental, que encerrou em 31 de março de 2026. Os parlamentares também apontam omissão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que não leu o requerimento de instalação da CPI protocolado em 26 de novembro de 2026.
Sobre o saldo do processo, os senadores registram 53 assinaturas, acima das 27 necessárias para a criação da CPI, correspondentes a um terço do total de 81. O caso continua em análise no âmbito do STF.
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