- O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Ribeiro Capobianco, disse em cadeia nacional que as ações da pasta são indutoras do desenvolvimento socioeconômico e não um obstáculo ao crescimento.
- Ele destacou quedas no desmatamento nos últimos três anos: 50% na Amazônia, 32% no Cerrado e 65% no Pantanal.
- Capobianco substituiu Marina Silva na condução do ministério há pouco mais de dois meses e comentou sobre a possível exploração de petróleo na região da Margem Equatorial, com recursos para a transição energética.
- O ministro afirmou que o Brasil lidera a transição energética, com uso de biocombustíveis e eletricidade, e ressaltou investimentos em ciência e no monitoramento do Ibama e do Instituto Chico Mendes, considerados alvos de tentativas de desmonte.
- Segundo ele, houve retomada da cooperação internacional no Fundo Amazônia, com nove países financiadores, gerando um volume recorde de 204 bilhões de reais para o desenvolvimento sustentável; também houve ampliação de áreas de proteção ambiental e de reservas para indígenas e quilombolas, que somam cerca de 5 milhões de campos de futebol.
O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Ribeiro Capobianco, disse em cadeia nacional que as ações da pasta atuam como indutor do desenvolvimento socioeconômico. Segundo ele, proteção ambiental não é obstáculo ao crescimento.
Em pronunciamento, Capobianco destacou queda no desmatamento: 50% na Amazônia, 32% no Cerrado e 65% no Pantanal nos últimos três anos. A fala ocorreu na véspera do Dia Mundial do Meio Ambiente.
O ministro assumiu o cargo há pouco mais de dois meses, substituindo Marina Silva, que enfrentou impasses entre o Executivo e movimentos ambientais. A gestão atual enfatiza acordo entre preservação e investimentos.
Investimentos em ciência
Capobianco aponta necessidade de robustecer ciência e monitoramento do Ibama e do ICMBio. Segundo ele, instituições foram alvo de tentativas de desmonte nos anos anteriores.
O governo afirma que houve retomada da cooperação internacional e do Fundo Amazônia, com nove países financiadores. Segundo o ministro, o volume de recursos públicos e privados superou 204 bilhões de reais.
Transição energética e acordos
O ministro afirmó que o Brasil lidera a transição energética ao substituir combustíveis fósseis por biocombustíveis e eletricidade. Ele sustenta que acordos comerciais passam por critérios ambientais.
Capobianco citou ainda ampliação de áreas de proteção ambiental e de reserva para indígenas e quilombolas. O ministro disse que a soma dessas áreas chega a cerca de 5 milhões de campos de futebol.
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