- Marcelo Tostes, conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil, afirma que o Brasil ficou refém do calendário eleitoral.
- O advogado aponta que o debate político está capturado por interesses eleitorais.
- Ele também destaca insegurança jurídica no país.
- Tostes cobra limites institucionais para reduzir a influência do calendário nas decisões públicas.
- A reportagem é de Léo Mendes, publicada pelo portal O Tempo em 6 de junho de 2026.
O advogado e empresário Marcelo Tostes afirmou que o Brasil ficou refém do calendário eleitoral. A declaração foi divulgada em entrevista em que ele aponta que o debate político está capturado por interesses eleitorais, prejudicando a discussão sobre questões públicas.
Tostes, conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), também destacou a sensação de insegurança jurídica que, na avaliação dele, acompanha o momento político. Ele afirmou que esse cenário demanda limites institucionais claros para frear interferências indevidas.
O pronunciamento aconteceu no contexto de debates públicos e análises sobre o ambiente institucional brasileiro. O objetivo, segundo o conselheiro, é promover um ambiente de maior previsibilidade jurídica e institucional, independente de contornos eleitorais.
A entrevista foi publicada na cobertura de jornalismo político sob a assinatura de Léo Mendes, com referência a informações veiculadas em 6 de junho de 2026. O texto não especifica locais exatos de entrevista, mantendo o foco nas críticas e nas propostas apresentadas por Tostes.
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