- O Tribunal de Contas da União identificou superfaturamento de 41,4 milhões de reais na construção da sede da Hemobrás, em Goiana, Pernambuco.
- O contrato foi assinado em 2011, durante o governo da presidenta Dilma Rousseff, para obras civis e montagem do complexo de hemoderivados e biotecnologia.
- O Consórcio Biotec, formado por Mendes Júnior e TEP Tecnologia, foi citado para apresentar defesa em quinze dias; caso não haja contestação, poderá devolver os valores.
- O valor atualizado que o consórcio terá de devolver é de 63,8 milhões de reais.
- A cobrança envolve a responsabilidade solidária do ex-diretor da Hemobrás Romulo Maciel Filho, do ex-gerente Marcelo Carrilho Pessoa e do assessor Tomás de Albuquerque Borges; as empresas podem recorrer à Justiça.
O TCU identificou superfaturamento de 41,4 milhões de reais na obra da Hemobrás, em Goiana (PE). O contrato, assinado em 2011, previa obras civis e montagem do complexo de hemoderivados e biotecnologia.
O Consórcio Biotec, formado por Mendes Júnior e TEP Tecnologia, foi citado para apresentar defesa em 15 dias. Caso não haja acordo, o saldo poderá ser restituído aos cofres públicos.
O montante atualizado a ser devolvido é de 63,8 milhões de reais, caso as alegações não sejam acolhidas pelo TCU. A responsabilidade financeira envolve ex-diretor Romulo Maciel Filho, ex-gerente Marcelo Carrilho Pessoa e o assessor Tomás de Albuquerque Borges, em solidariedade. As empresas podem recorrer à Justiça.
Defesa e responsabilidades
A defesa apresentada pelo consórcio ainda não foi lida pelo TCU, conforme o prazo. O tribunal continua analisando as informações técnicas e contábeis para fundamentar o julgamento.
O processo tramita em âmbito administrativo, com possibilidade de recurso. A Hemobrás permanece vinculada ao Ministério da Saúde, e não houve confirmação de novas medidas para a obra.
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