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Trump perdoa ex-congressista republicano condenado por uso de informações

Trump concede perdão total a ex-deputado de Indiana condenado por uso de informação privilegiada, após cumprir quase dois anos de prisão

Stephen Buyer arrives for his insider trading trial in New York City on 8 March 2023.
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  • Donald Trump concedeu perdão completo a Stephen Buyer, ex-deputado republicano de Indiana, condenado por negociações com informações privilegiadas.
  • Buyer cumpriu 22 meses de prisão, foi obrigado a devolver mais de $ 350 mil e pagar $ 10 mil de multa; foi liberado em 2025.
  • O perdão foi emitido pela Casa Branca e citado por Trump como reconhecimento à carreira de Buyer, incluindo serviço como general adjunto de justiça no Exército dos EUA.
  • O caso envolveu negociações com base em informações privilegiadas ligadas à fusão entre T-Mobile e Sprint em 2018 e a aquisição da Navigant pela Guidehouse.
  • Manifestantes republicanos apoiaram Buyer, alegando perseguição política; o Supremo Tribunal Federal rejeitou o recurso de Buyer em maio.

Donald Trump concedeu clemência total a Stephen Buyer, ex-deputado republicano de Indiana, condenado por insider trading. Buyer recebeu a anistia enquanto o governo federal promove, em estados controlados pelos democratas, uma dura contestação a fraudes. A decisão é parte do uso dos poderes de perdão, segundo a Casa Branca.

Buyer cumpriu 22 meses de prisão em 2023, por operações com ações feitas quando atuava como consultor e lobista. Ele também teve de abrir mão de mais de 350 mil dólares e pagar uma multa de 10 mil, cumprindo a sentença. Foi libertado em 2025.

A Suprema Corte dos EUA rejeitou, em maio, o recurso de Buyer sem comentários ou dissidências. O perdão foi divulgado pela Casa Branca na sexta-feira, com data de quinta-feira, e o presidente o descreveu como um fisioterapeuta da justiça que reconhece a carreira de Buyer na lei e no serviço público.

Buyer afirmou que o perdão corrige uma acusação politicamente motivada e que foi injustiçado. O ex-deputado participou de casos ligados à fusão entre T-Mobile e Sprint, em 2018, além de envolver a Navigant em operações com seu cliente Guidehouse. A decisão não apaga o registro criminal, mas pode ser vista como ato de clemência.

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