- O senador Esperidião Amin (PP-SC) criticou a decisão do Ministério da Pesca e Aquicultura de encerrar a pesca da tainha na modalidade arrasto de praia na temporada de 2026.
- Tradicionalmente, a pesca vai de 1º de maio até o final de julho, mas o encerramento adiantado foi anunciado no domingo, 7 de maio.
- A justificativa dada foi evitar excedentes na cota de captura da espécie.
- Amin disse que o limite não tem base técnica e que a medida afeta a comunidade pesqueira de Santa Catarina, que considera a atividade um patrimônio imaterial, social e turístico.
- O senador chamou a decisão de estapafúrdia e afirmou que pode “abortar” a pesca, citando o teto de 90% da cota destinada ao estado.
O senador Esperidião Amin (PP-SC) criticou a decisão do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) de encerrar, de forma antecipada, a pesca da tainha na modalidade arrasto de praia na temporada de 2026, anunciada no domingo (7).
Tradicionalmente, a pesca da tainha acontece de 1º de maio até o fim de julho. O MPA justificou o encerramento antecipado para evitar excedentes na cota da espécie.
Amin afirmou que o teto de pesca não tem base técnica e que a medida impacta a comunidade pesqueira de Santa Catarina, que vê a prática reconhecida pela lei estadual como patrimônio imaterial, social e turístico. A decisão surpreendeu o setor.
Segundo o senador, a limitação que alcançou 90% do permitido pode colocar em risco a geração de renda de famílias litorâneas. A Agência Senado reproduz as informações com autorização de citação.
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