- O ministro da Justiça, Wellington César Lima, vai à Câmara nesta terça-feira, 9 de junho de 2026, às 14h, esclarecer sobre a cooperação com os Estados Unidos na detenção de Alexandre Ramagem.
- Ramagem foi ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência e é investigado por espionagem ilegal e tentativa de golpe; a prisão ocorreu nos Estados Unidos em abril.
- Ele foi solto dias depois e é considerado foragido pela Justiça do Brasil.
- A Comissão quer entender os termos do acordo diplomático que viabilizou a prisão e os próximos passos do processo de extradição.
- Também buscam conhecer os limites da parceria entre as autoridades brasileiras e norte-americanas no caso.
O ministro da Justiça, Wellington César Lima, comparece nesta terça-feira, 9 de junho de 2026, à Comissão de Segurança Pública da Câmara para esclarecer a cooperação entre Brasil e Estados Unidos na detenção de Alexandre Ramagem. A audiência está marcada para as 14h.
Ramagem, ex-diretor da Abin no governo de Jair Bolsonaro, é investigado por espionagem ilegal e possível participação em tentativa de golpe. A detenção ocorreu nos EUA em abril, em contexto de cooperação jurídica internacional entre os dois países.
O objetivo da convocação é entender os termos do acordo diplomático que viabilizou a prisão, os próximos passos do processo de extradição e os limites da parceria entre autoridades brasileiras e norte-americanas no caso.
Contexto da cooperação
As informações oficiais apontam que a detenção ocorreu sob acordos de cooperação entre Brasil e EUA. O ministro deverá esclarecer como foi estabelecido o acordo, quem intermediou as tratativas e quais medidas adotadas para garantir direitos e garantias legais.
Desdobramentos processuais
Segundo a Câmara, os parlamentares buscam detalhes sobre o andamento do pedido de extradição e as etapas previstas até a decisão final. A audiência também deverá abordar possíveis impactos da cooperação na atuação de órgãos de segurança interna.
Representação institucional
Além de Ramagem, o relatório aponta a participação de autoridades brasileiras envolvidas na cooperação internacional. A tramitação deve respeitar os procedimentos legais, com garantia de devido processo e defesa ampla.
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