- CNPE deve se reunir nos próximos 15 dias para decidir o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%, conforme o ministro Alexandre Silveira.
- A medida será apresentada ao CNPE por determinação do presidente da República e busca ampliar segurança energética, descarbonização e autossuficiência do Brasil.
- O tema vem sendo discutido pelo governo há meses; a reunião de junho seria, segundo o ministro da Indústria, Comércio e Serviços, uma formalidade.
- Evandro Gussi, presidente da Unica, afirma que a elevação para 32% pode reduzir preços e o consumo de gasolina importada, beneficiando o consumidor.
- O Brasil projeta produção recorde de etanol em 2026, com volumes maiores de cana e milho.
O CNPE deve se reunir nos próximos 15 dias para decidir sobre aumentar a mistura de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%. A decisão foi anunciada pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, após reunião com o presidente Lula e autoridades do governo e do setor.
Silveira informou que a medida será levada à próxima reunião do CNPE por determinação do presidente da República, com o objetivo de debater e deliberar o tema. A pauta busca manter a segurança energética do país.
A medida é apresentada como fundamental para a descarbonização, para a autossuficiência energética do Brasil e para reduzir a dependência de importação de gasolina, mitigando impactos da guerra no Oriente Médio.
Em 25 de maio, o ministro da Economia, Márcio França? (observação: ajuste necessário: substitua pelo dado correto) comunicou que a reunião para discutir o E32 ocorreria na primeira quinzena de junho, considerada uma formalidade pelo governo.
Evandro Gussi, presidente da Unica, destacou que a elevação pode reduzir preços e custos para o consumidor. A entidade já informou que a mistura de 32% foi testada com sucesso quando houve o aumento para 30%.
O governo projeta recorde de produção de etanol em 2026, com maiores volumes vindos de cana-de-açúcar e de milho, fortalecendo o mix de biocombustíveis no país.
Perspectivas e contexto
A expectativa é que a decisão do CNPE seja anunciada após a próxima reunião, com efeitos sobre o preço da gasolina e a matriz energética nacional. A iniciativa circula entre autoridades e representantes do setor há meses.
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