- Raquel Lyra afirmou que nãoCravou um palanque para Lula, mas destacou uma relação de “confiança” com o presidente.
- A governadora disse que o governo federal tem se colocado à disposição de Pernambuco para trabalhar junto.
- Ela afirmou que o estado deixou de receber investimentos e teve mais obras paradas no Brasil no governo anterior, citando relatório do Banco Mundial de 2021.
- A ala direita monitora os passos de Raquel para tentar obter um palanque para Flávio Bolsonaro no estado, mas ela não garantiu apoio ao senador.
- A disputa envolve João Campos, líder do PSB em Pernambuco, visto como candidato da esquerda, que também busca sinalizações de Lula, enquanto Raquel busca manter o apoio do presidente.
Raquel Lyra, governadora de Pernambuco, não confirmou apoio explícito a nenhum palanque para Lula, mas destacou uma relação de confiança com o presidente e o governo federal. A declaração foi dada durante a entrevista ao Live CNN nesta terça (9).
Ela afirmou que a relação com o presidente é pautada pela entrega e pelo trabalho conjunto em benefício do estado, ressaltando que o presidente é pernambucano e que não faltaríamos com o compromisso de trabalhar pelo povo.
A governadora também criticou a gestão anterior, dizendo que Pernambuco deixou de receber investimentos e teve obras paradas. Segundo ela, um relatório do Banco Mundial apontou o estado como o pior ambiente para empreender em 2021.
Conforme reiterou, o governo federal tem se colocado à disposição de Pernambuco, e isso, segundo ela, facilita avanços em obras importantes para o estado. O posicionamento ocorre em meio a disputas no cenário local entre apoiadores de candidatos à Presidência.
Contexto político
Na disputa, Raquel Lyra conta com o apoio de setores da direita pernambucana para tentar a reeleição, sem confirmar alianças com o senador Flávio Bolsonaro. Ela mantém a posição aberta, avaliando o apoio de Lula enquanto disputa o favoritismo do prefeito de Recife, João Campos, do PSB.
João Campos é visto como candidato da esquerda em Pernambuco, mas também tem buscado sinalizações favoráveis ao cenário federal. A campanha envolve negociações entre forças estaduais e o governo federal, com foco na condução de políticas e investimentos para o estado.
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