- STJ negou o pedido de liberdade provisória de Deolane Bezerra e manteve-a presa preventivamente.
- A Quinta Turma da Corte recomendou celeridade na resolução do caso nos tribunais de primeira instância.
- O desdobramento envolve investigação de lavagem de dinheiro ligada à facção PCC, com operação ocorrida em maio.
- A defesa havia pedido prisão domiciliar com base na condição de mãe de uma criança menor de 12 anos, mas o pedido foi rejeitado.
- O processo tramita em segredo de Justiça; Deolane nega as acusações e afirma que os valores recebidos são decorrentes do exercício da advocacia.
O Superior Tribunal de Justiça negou nesta terça-feira (9) o pedido de liberdade provisória de Deolane Bezerra. A decisão mantém a influenciadora presa preventiva, no âmbito de investigações da Polícia Civil de São Paulo.
A corte também recomendou celeridade na resolução do caso nos tribunais de primeira instância. O desdobramento envolve um esquema de lavagem de dinheiro ligado à facção PCC.
A decisão foi proferida pela Quinta Turma do STJ, que avaliou o recurso da defesa. O pedido era pela revogação da prisão ou pela adoção de medidas cautelares alternativas, como prisão domiciliar.
A operação de maio, que atingiu Deolane, foi conduzida pela polícia paulista e apura movimentações financeiras associadas ao esquema investigado. O foco é o repasse de valores e relações entre envolvidos.
A defesa alegou que Deolane é mãe de uma criança menor de 12 anos, buscando uma medida menos restritiva. A análise do STJ manteve a prisão como medida preventiva.
Deolane Bezerra nega as acusações e sustenta que os valores recebidos decorrem de atividade legal exercida como advogada. A defesa, no entanto, não teve êxito em convencer a Quinta Turma.
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