- A delação de Paulo Henrique Costa só deve avançar após PF e PGR analisarem a segunda proposta de Vorcaro, dono do Banco Master.
- Não houve reunião entre PF, PGR e a defesa de Costa para tratar do termo de confidencialidade até o momento.
- Costa, preso desde abril, mudou de defesa e trabalha na proposta de colaboração na cela da Papudinha, em Brasília.
- Espera-se que Costa mencione Ibaneis Rocha e Celina Leão, mas as tratativas dependem da análise das propostas por PF e PGR.
- A PF avalia que a primeira proposta de Vorcaro foi fraca; as autoridades devem se manifestar até 12 de junho sobre a segunda proposta.
O andamento das delações premiadas envolvendo o BRB e o Banco Master depende da conclusão de avaliações formais. A nova proposta de delação de Daniel Vorcaro ainda não foi analisada pelas autoridades, interrompendo avanços na colaboração de Paulo Henrique Costa.
Costa, ex-presidente do BRB, continua sob custody e mudou sua equipe de defesa após ser preso em abril. Ele trabalha em anexos no presídio da Papudinha, em Brasília, para estruturar a sua proposta de colaboração. A intenção é apresentar informações que possam impactar investigações em curso.
Até o momento, não houve reunião entre PF, PGR e a defesa de Costa para tratar de um termo de confidencialidade. A depender da conclusão da análise da segunda proposta de Vorcaro, as tratativas devem ganhar ritmo. A expectativa é receber manifestação dos órgãos até sexta-feira, conforme prazo citado pelo ministro André Mendonça.
Vorcaro, dono do Banco Master, está sob avaliação para ampliar investigações já existentes. A PF considera que a primeira proposta apresentada foi fraca e não gerou elementos suficientes. A PGR mantém análise sobre o conteúdo apresentado, buscando confirmar ou não a relevância de novas informações.
Espera-se que Costa mencione nomes do cenário político local, como o ex-governador Ibaneis Rocha e a governadora do DF, Celina Leão. Contudo, as tratativas dependem do fechamento da nova proposta de Vorcaro e da decisão final das autoridades sobre o retorno das negociações.
A defesa de Costa não se manifestou sobre o andamento do processo. O Ministério Público e a Polícia Federal não confirmado detalhes adicionais até o fechamento deste texto. O desfecho dependerá da conclusão das análises em curso e de eventuais acordos de confidencialidade.
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