- Haddad criticou Flávio Bolsonaro pela articulação com Donald Trump sobre tarifaço e disse que grupo interno não pode jogar contra o país.
- Rebatou críticas de Tarcísio de Freitas, afirmando que o Brasil cresce com responsabilidade fiscal e social, gerando empregos.
- Disse estar “muito confortável” com a composição da chapa, citando Marina Silva, Márcio França e Simone Tebet, dependente de articulações nacionais.
- Nos bastidores, há impasse sobre o vice: PT/Lula defendem Márcio França, que sinaliza disputar o Senado em São Paulo.
- Anunciou que o plano de segurança pública deve ser apresentado até o fim de junho e defendeu rigor nas investigações do Banco Master.
Haddad ataca Flávio Bolsonaro por tarifaço e rebate críticas de Tarcísio; afirma estar confiante na equipe de vice. O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo defendeu o desempenho econômico do governo Lula em evento promovido pela Veja, em São Paulo, nesta segunda-feira, 15. Ele também comentou sobre a relação com Trump e o plano de segurança divulgado para junho.
O ex-ministro criticou a atuação de Flávio Bolsonaro em relação à tarifa dos Estados Unidos, afirmando que não cabe a um grupo interno agir contra o País. Haddad disse que essa articulação seria prejudicial ao Brasil e classificou a abordagem como um golpe para o comércio externo.
Ao responder às críticas de Tarcísio de Freitas, o ex-ministro sustentou que o Brasil vive crescimento com responsabilidade fiscal e social, com criação de empregos e aumento de renda sem ampliar desigualdades. Segundo ele, o país está se desenvolvendo de forma sustentável.
Chapa e vice
Haddad afirmou estar muito satisfeito com os nomes discutidos para a chapa, citando Marina Silva, Márcio França e Simone Tebet como aliados relevantes. A definição, segundo ele, depende de acordos em nível nacional, com avaliação de alianças.
Nos bastidores, persiste divergência sobre o vice: PT e Lula defendem Márcio França para a vaga, enquanto França sinaliza possibilidade de disputar o Senado em São Paulo. A decisão depende de negociações como parte da estratégia nacional.
Segurança pública e agenda
Sobre o tema, Haddad informou que a pré-campanha está preparando um plano de segurança pública, com apresentação prevista até o fim de junho. O tema tem sido tratado com prioridade, com consultas a especialistas e aos órgãos de segurança.
Em relação a privatizações e à cobrança de tarifas, o ex-ministro disse que medidas de ajuste surgiram de diferentes governos, incluindo o atual, e defendeu corrigir distorções no mercado, destacando o equilíbrio entre varejo nacional e importados.
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