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Alcolumbre nega calúnias e reafirma versão sobre dinheiro de Vorcaro

Alcolumbre nega ter recebido US$ 30 milhões e classifica acusações como calúnia, garantindo defesa até as últimas consequências

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  • O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, negou nesta terça-feira ter recebido US$ 30 milhões de Daniel Vorcaro, classifying as alegações como inteiramente falsas e dizendo que vai até as últimas consequências.
  • A Veja aponta que o dinheiro teria ido a uma conta secreta no exterior e, depois, transferido a Alcolumbre como contrapartida por apoio a uma demanda do Banco Master, intermediado por Augusto Lima.
  • Alcolumbre afirmou que não será intimidado nem chantageado e que seguirá defendendo sua atuação com independência, prometendo identificar quem criou a acusação.
  • As informações teriam surgido na segunda proposta de delação premiada da defesa de Vorcaro, rejeitada pela Polícia Federal em 10 de junho e pela Procuradoria-Geral da República em 15 de junho.
  • A fala foi recebida com cumprimentos e defesas de senadores de diferentes alas, entre eles o líder do governo, Jaques Wagner, e o senador Efraim Filho.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, voltou a negar nesta terça-feira, 16/6, que tenha recebido US$ 30 milhões. A suposta operação envolveria o Banco Master e uma delação apresentada pela defesa de Daniel Vorcaro, segundo a reportagem da revista Veja.

A denúncia falaria de um depósito em conta no exterior e posterior repasse a Alcolumbre como contrapartida por apoio a interesses do Banco Master, com intermediação de Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro. As informações vieram à tona em uma segunda proposta de delação premiada.

Alcolumbre afirmou no plenário que as acusações são falsas e que pretende levar a defesa às últimas consequências. Ele disse não se deixar intimidar e prometeu identificar quem criou o fato e quem alegou a acusação sem embasamento em acordos ou documentos oficiais.

A fala do senador gerou elogios e defesas entre colegas, de governo e de oposição, incluindo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, e o senador Efraim Filho, entre outros defensores do parlamentar. As informações sobre a suposta delação já foram rejeitadas pela PF e pela PGR em 10 e 15 de junho, respectivamente.

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