- A Fiesp articula com senadores a aprovação de uma proposta de Rogério Marinho (PL-RN) que substitui a PEC da 6×1 por um regime baseado em horas trabalhadas.
- O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, reuniu-se com os senadores Eduardo Gomes e Dorinha Seabra para defender o texto de Marinho.
- A ideia já tem cerca de 3 mil assinaturas de empresários em apoio à proposta da oposição.
- A mobilização envolve representantes que correspondem a cerca de 90% do PIB e que empregam mais de 40 milhões de pessoas.
- O texto está na CCJ do Senado, aguardando definição de relator pelo presidente da comissão, Otto Alencar.
O fim da jornada da 6×1 ganha nova frente no Senado. A Fiesp articula junto a senadores a aprovação de uma alternativa baseada em horas trabalhadas, enquanto a PEC permanece parada. O texto já tem apoio de cerca de 3 mil empresários.
A mobilização é liderada pela Fiesp, que reúne representantes de cerca de 90% do PIB e mais de 40 milhões de empregos. A ideia é sensibilizar o Senado para avançar com a proposta apoiada pela oposição.
Paulo Skaf se reuniu nesta terça-feira com os senadores Eduardo Gomes e Dorinha Seabra para defender o texto apresentado por Rogério Marinho, coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro. A entrega do manifesto ocorreu na semana anterior.
Ato no Senado e expectativa na CCJ
A tramitação depende do Senado e da definição de um relator na CCJ, tarefa atribuída ao senador Otto Alencar. A proposta alternativa busca flexibilizar a jornada mediante acordo individual, medida criticada por governistas.
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