- O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou que o governador Tarcísio de Freitas não tem um plano estruturado de segurança pública (16 de junho de 2026, em Santa Bárbara d’Oeste).
- A declaração ocorreu durante entrevista à SBNotícias, na presença da ex-ministra do Planejamento e Orçamento e pré-candidata ao Senado, Simone Tebet.
- Haddad disse que não há um plano de segurança para valer em São Paulo e criticou a falta de coordenação entre as forças de segurança estaduais e os órgãos federais no combate ao crime organizado.
- Segundo ele, há boicote à integração com o governo federal e que é impossível enfrentar o crime organizado sem a cooperação entre Polícia Federal, Receita Federal, Coaf e Ministério Público.
- O ex-ministro citou a operação Carbono Oculto como exemplo de atuação conjunta entre órgãos de investigação e controle, liderada pela Receita Federal do Ministério da Fazenda e pelo Ministério Público.
O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou que o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, não apresenta um plano estruturado de segurança pública. A declaração foi feita nesta terça-feira, 16 de junho de 2026, durante entrevista à rádio SBNotícias, em Santa Bárbara d’Oeste (SP). A entrevista contou com a participação da ex-ministra Simone Tebet, pré-candidata ao Senado pelo MDB.
Haddad argumentou que não há um tratamento eficaz para a segurança no estado, afirmando que não se conhece o conteúdo do suposto plano de Tarcísio. Ele criticou a gestão estadual e disse que não há um cronograma claro de ações para enfrentar a criminalidade.
O pré-candidato do PT destacou a necessidade de integração entre forças de segurança estaduais e órgãos federais no combate ao crime organizado, mencionando suposto boicote à cooperação com o governo federal. Segundo ele, a coordenação entre Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Federal, Receita Federal, Coaf e Ministério Público é essencial.
Como exemplo de atuação conjunta, Haddad citou a operação Carbono Oculto, apontando que a iniciativa foi liderada pela Receita Federal em parceria com o Ministério Público. Ele argumentou que essa colaboração entre órgãos de fiscalização e promotores é crucial para enfrentar organizações criminosas.
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