- O senador Lucas Barreto (PSD-AP) defendeu no Plenário o PL 3.101/2022, que pretende extinguir a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), entre Amapá e Pará.
- A justificativa é que a região concentra jazidas de cobre, fósforo, titânio e terras raras, com potencial para impulsionar a economia local.
- Barreto afirma que as riquezas minerais da área teriam valor superiore a US$ 1 trilhão, e que a Renca restringe o aproveitamento desses recursos.
- O senador diz que é preciso agregar valor à mineração com investimentos em pesquisa, para gerar empregos, renda e bem‑estar social na Amazônia.
- Segundo ele, a exploração deve incluir ciência, tecnologia e inovação para transformar as riquezas em desenvolvimento regional.
Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (16), o senador Lucas Barreto (PSD-AP) defendeu o PL 3.101/2022, que propõe a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), localizada entre Amapá e Pará.
Segundo Barreto, a região abriga jazidas de cobre, fósforo, titânio e terras raras com potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico local, criar empregos e reduzir a dependência de insumos importados. Ele estimou riquezas acima de US$ 1 trilhão.
O senador argumentou que a exploração de recursos minerais deve ocorrer com agregação de valor e investimentos em pesquisa. Afirmou ainda que a atividade precisa gerar emprego, renda e bem-estar social para a população da Amazônia, não sendo suficiente a simples extração.
Para ele, o Brasil não pode perder a oportunidade de transformar essas reservas em benefícios econômicos nacionais. A proposta tramita no Congresso e ainda precisa passar por comissões e votações antes de qualquer decisão final. Agência Senado.
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