- Caiado afirmou que Flávio Bolsonaro perde a capacidade de vencer Lula no segundo turno, com base nas pesquisas.
- Ele disse que Flávio pode chegar ao segundo turno, mas a distância para Lula aumenta e as explicações sobre Vorcaro não convenceram eleitores.
- Caiado negou conhecer Vorcaro e afirmou não ter relação com o empresário.
- O ex-governador ressaltou migração de eleitores indecisos para Lula e pediu que a direita construa uma candidatura capaz de reconquistar esse voto nos debates.
- Mesmo crítica a Flávio, Caiado disse que apoiará o filho de Jair Bolsonaro em um eventual segundo turno contra Lula, caso não esteja na disputa.
O pré-candidato Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pode não vencer Lula (PT) em um eventual segundo turno nas eleições de outubro. A declaração ocorreu durante entrevista ao Poder360.
Caiado disse que, segundo as pesquisas, Flávio pode chegar ao segundo turno, mas não tem chance de virar a partir dele. A percepção de queda de desempenho é atribuída à proximidade com o empresário Daniel Vorcaro e às explicações apresentadas.
O ex-governador de Goiás negou conhecer Vorcaro e afirmou que nunca manteve relação com o empresário. Afirmou ainda que parte dos eleitores indecisos migrou para Lula, exigindo resposta da direita em debates.
Para Caiado, é preciso resgatar votos que teriam ido ao PT. A ideia é que um candidato da direita possa enfrentar Lula de igual para igual no segundo turno, com foco em debates e na comparação de trajetórias.
O político reforçou que o recall de Flávio Bolsonaro é forte por ter a imagem do pai, Jair Bolsonaro, mas que a preferência do eleitor pode mudar após os debates. Avalia que a experiência e a trajetória pesam no voto.
Caiado comentou que o apoio a Flávio em um eventual segundo turno dependerá do cenário, especialmente se Lula avançar na disputa. Disse que continuará atuando na linha de frente para fortalecer a direita.
O ex-governador ainda destacou que o histórico de governança e a performance dos demais candidatos da direita podem influenciar o desempenho eleitoral nos próximos levantamentos. A leitura é de que o cenário é dinâmico.
As declarações foram feitas em meio a cobranças por alinhamento e estratégias para consolidar a candidatura da direita diante da Coalizão Lula e aprofundar o desempenho nas pesquisas.
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