- Condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro pelo STF impede o registro dele como primeiro suplente da chapa de Tarcísio de Freitas ao Senado por São Paulo.
- A mudança afeta a candidatura de André do Prado, presidente da Assembleia Legislativa, que disputa uma vaga no Senado pelo PL.
- André do Prado e Eduardo Bolsonaro devem se reunir nesta quarta-feira para discutir os próximos passos da composição da chapa.
- Guilherme Derrite, pré-candidato ao Senado pela aliança, manifestou apoio a Eduardo Bolsonaro, classificando a decisão como perseguição política.
- O lançamento da pré-candidatura, com presença de Flávio Bolsonaro, está marcado para sábado; Eduardo deve participar online conforme o formato do evento.
A condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) pelo STF repercute na composição da chapa do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) para o Senado em São Paulo. A decisão impede o registro de Eduardo como candidato a suplente na candidatura de André do Prado (PL), atual presidente da Assembleia Legislativa, que disputa a vaga pelo estado nas eleições de 2026.
Segundo apuração, Eduardo foi indicado como suplente após a escolha de André pelo PL. A defesa sustenta que o ex-deputado utilizou direito de expressão e imunidade parlamentar durante o mandato, o que pode justificar a reversão da decisão por meio de recurso. A expectativa é que o recurso seja levado ao pleno do STF.
A depender do andamento jurídico, André do Prado e Eduardo Bolsonaro devem discutir os próximos passos nesta quarta-feira para definir a composição da chapa, já que a condenação impede o registro de Eduardo como primeiro suplente. Acompanham o cenário ainda o ex-secretário Guilherme Derrite, pré-candidato ao Senado pelo PP, que mantém apoio a Eduardo.
A condenação também afeta a agenda de lançamento da pré-candidatura de André, prevista para este fim de semana. O evento contará com a presença online de Eduardo, do irmão de Flávio Bolsonaro, que participa da chapa ao lado de Tarcísio e Derrite. A atividade visa formalizar a indicação do PL para a vaga no Senado.
Em meio ao impasse, Derrite externou apoio a Eduardo nas redes, classificando a decisão como perseguição política. A identificação de regras e prazos para cabimento de novos encaminhamentos deve orientar os próximos passos oficiais da aliança entre PL, Republicanos e PP em São Paulo.
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