- Eduardo Bolsonaro foi condenado por coação, acusado de ter articulado uma tentativa de coagir o Judiciário para impedir a trama golpista.
- Aliados do deputado afirmam que o movimento dele foi semelhante ao adotado por Dilma Rousseff e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, envolvendo ações internacionais.
- Petistas afirmam que não há paralelo entre democracia e golpe, destacando que Lula e Dilma teriam recorrido a instâncias internacionais, segundo a leitura do PT.
- O PT diz que os acontecimentos são de domínio público, com provas conhecidas, e reforça que houve direito à defesa para Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro.
- O secretário de comunicação do PT, Éden Valadares, afirmou que não há equivalência entre a verdade e a mentira e destacou a importância de expor crimes envolvendo a família Bolosonaro.
Após a condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro por coação, aliados do político passaram a comparar o caso com episódios envolvendo Lula e Dilma. A defesa sustenta que há semelhanças no uso de canais internacionais, segundo relatos de membros da oposição. A decisão envolve suposta articulação para impedir o julgamento da chamada trama golpista.
Segundo as informações, Eduardo Bolsonaro foi condenado por coação e por articular com governos estrangeiros para intimidar o Judiciário brasileiro, em um caso ligado à tentativa de golpe. Os aliados citam procedimentos semelhantes aos adotados no passado por Lula e Dilma, em contextos de crise política. A defesa alega direito à defesa ao longo do processo.
Para o PT, a comparação não procede. Em nota divulgada ao R7 Planalto, o partido afirma que não há paralelo entre democracia e golpe, e que houve condenação dos envolvidos com base em evidências públicas. O PT ressalta que Lula e Dilma passaram por julgamentos distintos, com decisões conforme o devido processo legal.
Reação dos bolsonaristas
Diante da condenação, apoiadores de Eduardo Bolsonaro reforçam a narrativa de perseguição política. Eles destacam que os envolvidos tiveram direito a defesa e enfatizam que as provas são públicas. A defesa ainda chama a atenção para o histórico de acusações envolvendo a família.
Posicionamento do PT
O PT afirma que não há equivalência entre atos democráticos e tentativas de ruptura institucional. Segundo o partido, as ações de Lula e Dilma não equivalem aos atuais processos, que envolvem coação e cooptação de influências internacionais. O partido mantém o foco na orientação de que a verdade deve imperar.
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