- A Polícia Federal revelou que Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, planejou forjar um flagrante de porte de droga contra Ronald Fred Seikaly, conhecido como Rony Seikaly, ex-jogador da NBA.
- Seikaly, hoje DJ, tem 61 anos e atuou por Miami Heat, Golden State Warriors, Orlando Magic e New Jersey Nets em sua carreira na liga.
- O plano incluía seguir o DJ no exterior e simular o incidente no território estrangeiro, com investimento estimado de R$ 10 milhões.
- Vorcaro e a milícia conhecida como “A Turma” teriam forjado documentos com timbre do Ministério Público Federal para pedir cooperação com a Interpol, envolvendo acusações contra Seikaly.
- A PF aponta motivação na desavença entre Seikaly e um filho de Vorcaro; não foi identificado quem seria o “amigo da Interpol” citado nas conversas.
Rony Seikaly, ex-jogador da NBA, foi alvo de um suposto plano para forjar um flagrante envolvendo drogas, segundo a Polícia Federal. A investigação envolve Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, e aponta uma estratégia para constranger o músico no exterior. O caso veio à tona após a PF apresentar informações na última terça-feira.
De acordo com as apurações, Vorcaro teria articulado com Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário, para verificar se o DJ visitaria o Brasil ou seria atraído ao país para a execução de uma suposta abordagem envolvendo drogas. O objetivo seria prender ou constranger Seikaly.
A motivação do suposto complô, conforme o relatório da PF, seria uma desavença entre Seikaly e um filho de Vorcaro. Trechos revelados indicam a intenção de contratar pessoas para seguir o DJ em solo estrangeiro, especialmente em Miami, e promover o incidente.
Além do plano principal, a investigação menciona a atuação da Turma, milícia associada a Vorcaro, que teriam forjado um documento com o timbre do MPF solicitando cooperação com a Interpol em uma apuração contra Seikaly. O ofício apresentaria assinatura falsa de um procurador da República.
No documento apontado pela PF, Seikaly seria investigado por estelionato e pela suposta distribuição de conteúdo pornográfico infantil. Também haveria a menção de uso de um perfil falso de Martha Graeff para prática de extorsão e disseminação de informações falsas.
A PF informou ainda que o empresário planejava investir cerca de 10 milhões de reais nessa empreitada, segundo o material apreendido. Não há confirmação sobre a identidade de um suposto “amigo da Interpol” citado nas conversas.
O caso aguarda avanço de investigadores e eventual formalização de acusações. As informações são provenientes de documentos da Polícia Federal, com registro de depoimentos e trechos de investigações.
Fonte: CNN Brasil.
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