- O IBGE realizou, em 17 de junho de 2026, em Macapá, o seminário Meu Parceiro, Meu Brasil, Nosso IBGE, na Secretaria de Estado do Planejamento do Amapá.
- O evento celebra 90 anos do IBGE e reforça a importância das informações estatísticas e geocientíficas para decisões públicas no estado.
- O superintendente do IBGE no Amapá, Augusto Borges, destacou parcerias estratégicas e o papel dos dados na atração de indústrias e na gestão pública local.
- Foram apresentados três pilares da atuação do IBGE no estado: capilaridade territorial, economia de recursos públicos e qualidade técnica dos dados; houve homenagem a profissionais e entrega de placas.
- A secretária de Planejamento do Amapá, Jucinete Carvalho de Alencar, ressaltou a importância histórica do IBGE e o uso das estatísticas para orientar políticas públicas, incluindo um observatório de políticas públicas.
O IBGE realiza hoje, 17 de junho de 2026, em Macapá (AP), a edição do seminário Meu Parceiro, Meu Brasil, Nosso IBGE. O encontro, promovido na SEPLAN do Amapá, reúne representantes do setor público, academia e instituições parceiras para discutir o valor das informações estatísticas e geocientíficas para o estado.
O objetivo é celebrar os 90 anos do IBGE e agradecer aos parceiros que ajudam a produzir e disseminar dados. O evento enfatiza o papel do instituto na formulação de políticas públicas baseadas em evidências e na cidadania through o acesso a dados confiáveis.
Visão do IBGE no Amapá
O superintendente no Amapá, Augusto Borges, destacou a importância das parcerias e o impacto prático dos dados na vida da população. Ele ressaltou a atuação histórica de cooperação com a Seplan, Docas de Santana, universidades e pesquisadores para atrair investimentos ao estado.
Durante o ato, Borges leu um texto em homenagem aos 90 anos do IBGE, relembrando a fundação em 1936 e a evolução das pesquisas, desde censos até dados cartográficos, sempre com rigor técnico. A fala reforçou a imagem da instituição como referência nacional.
Reconhecimento e parcerias
A secretária de Planejamento do Amapá, Jucinete Carvalho de Alencar, ressaltou a relevância histórica do IBGE para o estado e o país. Ela destacou os desafios logísticos de cobrir territórios quilombolas e indígenas e a necessidade de dados confiáveis para orientar políticas públicas.
Assis, da SEPLAN, mostrou a linha do tempo de atuação do IBGE no estado, apresentando relatos de décadas passadas e a evolução para tecnologias atuais. Também foi entregue uma placa comemorativa ao superintendente, junto com reconhecimentos a servidores do IBGE no Amapá.
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