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Justiça determina internação psiquiátrica de filho que matou a mãe no Guará

Justiça determina internação psiquiátrica imediata de filho que matou a mãe no Guará, com laudos apontando doença mental grave e risco à integridade do réu

crime no guara - (crédito: cedido ao correio)
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  • Justiça do Distrito Federal determinou internação psiquiátrica imediata de Vinícius de Queiroz Nogueira Dourado, 23 anos, preso desde janeiro pelo homicídio da mãe.
  • O crime ocorreu em 20 de janeiro, na QE 40 do Guará 2, e Maria Elenice de Queiroz, 61 anos, foi morta a facadas.
  • A decisão, assinada pela juíza Alanna do Carmo Sankio, baseou-se em laudos psiquiátricos que indicam doença mental grave e risco à própria integridade.
  • O Ministério Público pediu a substituição da prisão preventiva pela internação psiquiátrica até o reestabelecimento da saúde, com perícia psiquiátrica emergencial.
  • Foram apontados sintomas como depressão, ansiedade, insônia, cefaleia, tremores e alucinações; Vinícius afirmou ter agido por impulso devido a incômodo com a mãe.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal determinou a internação psiquiátrica imediata de Vinícius de Queiroz Nogueira Dourado, 23 anos, preso desde janeiro pela morte da mãe, Maria Elenice de Queiroz, 61, a facadas. O crime aconteceu em 20 de janeiro na QE 40 do Guará 2.

A decisão ocorreu nesta quarta-feira (17/6). A juíza Alanna do Carmo Sankio acatou o pedido da Defensoria Pública, embasado em laudos psiquiátricos que apontam quadro clínico grave e risco à integridade do réu. O Ministério Público sugeriu substituição da prisão pela internação até a recuperação da saúde.

Segundo a Justiça, as medicações do acusado seriam insuficientes, com sintomas depressivos, ansiedade, insônia, cefaléia, tremores e alucinações. A perícia psiquiátrica deve ocorrer de forma emergencial, com transferência imediata para unidade de saúde adequada.

O crime

Maria Elenice foi morta a facadas em um dos quartos da residência, onde morava com o filho. Vinícius afirmou ter pensado no crime antes, porém afirmava que o ato foi impulsivo e motivado pelo incômodo com a fala da mãe.

O acusado já havia sido diagnosticado com ansiedade e depressão na adolescência, mas não faz uso de medicação atualmente. A defesa cita histórico clínico ao solicitar a internação como medida cautelar.

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