- Durante o G7, na França, Lula pediu à Organização das Nações Unidas (ONU) que recomende o uso do voto eletrônico a outros países, em áudio vazado da conversa.
- O presidente lembrou sua trajetória eleitoral desde 1989, afirmando que suas vitórias e derrotas foram “tudo pelo voto eletrônico”.
- Kristalina Georgieva, diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), questionou se Lula poderia concorrer novamente; ele explicou que, pelas regras brasileiras, é preciso deixar passar um mandato.
- Lula disse que, se vencer a eleição deste ano, poderá ser o presidente eleito mais longevo da história do Brasil.
- As urnas eletrônicas são usadas no Brasil desde 1996, com o sistema integrado às eleições presidenciais a partir de 1998.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que a ONU recomende o uso do sistema eletrônico de votação a outros países. A fala ocorreu durante uma conversa no G7, na França, na quarta-feira (17), e foi captada em áudio durante o evento.
Lula questionou por que a Organização das Nações Unidas não adota o voto eletrônico como orientação internacional. Em seguida, destacou sua trajetória eleitoral desde 1989, afirmando que suas vitórias e derrotas recentes ocorreram com base no voto eletrônico.
A sessão contou com a participação de líderes e autoridades presentes no encontro, entre eles a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, que questionou Lula sobre a possibilidade de uma nova candidatura, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, que acompanhava a conversa.
Propostas sobre urnas eletrônicas
O petista lembrou que as urnas eletrônicas são utilizadas no Brasil desde 1996, com o sistema integrado às eleições presidenciais a partir de 1998, contextualizando a confiabilidade nacional do método.
O conteúdo do áudio também envolve a discussão sobre elegibilidade, com Lula citando regras brasileiras que exigem passar um mandato entre reeleições. Ele indicou que, caso vença a eleição deste ano, pode se tornar o chefe do Executivo mais longevo da história do país.
Polêmicas e contexto adicional
Além das falas sobre urnas, Lula foi flagrado em outra ocasião dizendo que nunca foi esquerdista, em diálogo com Georgieva e Merz, reforçando que já teve contato com sindicatos europeus. A entrevista ocorreu no mesmo encontro, destacando o debate sobre trajetória política e relações internacionais.
Entre na conversa da comunidade