- Lula elogiou o sistema de votação eletrônica brasileiro durante a reunião do G7 em Évian-les-Bains, na França, e sugeriu que a ONU adote esse modelo como orientação.
- Em conversa com Kristalina Georgieva e Friedrich Merz, Lula afirmou que a apuração no Brasil é muito rápida, citando que o resultado de 160 milhões de votos sai em cerca de duas horas.
- O presidente disse que, se for eleito novamente, pode se tornar o presidente brasileiro mais longevo e possivelmente o único a ter sido eleito quatro vezes.
- Georgieva questionou se seriam necessários dois mandatos seguidos para concorrer a mais dois, ao que Lula respondeu que sim, é possível retornar após pular um mandato.
- A cúpula do G7 discutiu segurança econômica global, cadeias de suprimentos, guerra na Ucrânia, acordo entre Estados Unidos e Irã, e medidas para reduzir a dependência de minerais críticos produzidos na China.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou o sistema de votos eletrônicos do Brasil durante a chegada ao G7, em Évian-les-Bains, França, na quarta-feira (17 jun. 2026). Ele sugeriu que a ONU adote o método como orientação global. Lula afirmou que a apuração é rápida.
Em conversa com Kristalina Georgieva, da FMI, e Friedrich Merz, chanceler da Alemanha, Lula comentou que, no Brasil, uma eleição pode ser definida em poucas horas, após começar às 17h. Ele citou que, às 19h, já há o resultado com 160 milhões de votos.
Georgieva questionou se o modelo permite dois mandatos seguidos, com Lula respondendo que, se eleito agora, pode se tornar o presidente mais longevo, com possibilidade de ficar quatro mandatos.
G7 em foco
A cúpula do G7, instalada na França, tratou de segurança econômica, cadeias de suprimento de minerais estratégicos e equilíbrio comercial global. Os líderes discutiram a guerra na Ucrânia e medidas de pressão à Rússia.
Zelensky participou das negociações para ampliar apoio político e militar à Ucrânia, em meio a um esforço conjunto para reforçar posições ocidentais diante do conflito. O encontro também abordou o acordo EUA-Iran anunciado na véspera.
Economia, energia e tecnologia
Entre as pautas, houve também ações para diversificar cadeias de energia e reduzir dependência de rotas estratégicas, como o estreito de Ormuz. Debates sobre reduzir a influência de minerais críticos chineses ganharam destaque.
A União Europeia defendeu investimentos para fortalecer cadeias de suprimento fora do controle chinês. Também foram discutidos impactos da inteligência artificial e a regulação de sistemas automatizados no fluxo de informações.
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