- O ministro Nunes Marques foi sorteado para relatar a notícia-crime apresentada pelo senador Flávio Bolsonaro contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- Flávio requer abertura de inquérito por suposta ameaça e incitação ao crime, relacionada a fala de Lula sobre traidores da pátria e a Inconfidência Mineira.
- Lula citou Joaquim Silvério dos Reis, delator da Inconfidência, dizendo que ele foi enforcado; na verdade, Tiradentes foi executado.
- A fala ocorreu em evento há cerca de duas semanas, quando Lula criticou Flávio e Eduardo Bolsonaro por ações nos Estados Unidos e pela sugestão de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.
- Além da abertura do inquérito, Flávio pediu produção de provas, incluindo a oitiva como vítima e o interrogatório de Lula.
O ministro Nunes Marques foi sorteado para relatar a notícia-crime apresentada pelo senador Flávio Bolsonaro contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo é avaliar possível infração por ameaça e incitação ao crime.
Flávio Bolsonaro acusa Lula de ter feito uma fala que apontou traidores da pátria e citou a Inconfidência Mineira. A defesa sustenta que a declaração teria violado padrões institucionais e exigiu apuração.
Abertura de inquérito é o principal desfecho pedido pelo senador. Além disso, Flávio pediu produção de prova, com o objetivo de ser ouvido como vítima e que Lula seja interrogado.
Segundo a denúncia, o episódio ocorreu em um discurso em que Lula mencionou traidores da pátria, abrangendo figuras ligadas a atividades no exterior. A ação tramita no STF, com decisões dependentes de complemento probatório.
Entre na conversa da comunidade