- A pesquisa Correio/OPINIÃO Inteligência Política aponta a possibilidade de segundo turno entre José Roberto Arruda (PSD) e Celina Leão (PP) na eleição para o Palácio do Buriti.
- O diretor do Opinião Inteligência Política, Alexandre Garcia, enfatizou que a dúvida sobre a elegibilidade de Arruda pode definir a configuração da disputa.
- Garcia aponta que Celina Leão deve, quase certamente, avançar ao segundo turno com base nos números da pesquisa.
- Celina Leão aparece com rejeição de 35,7%, enquanto Arruda registra 54,6% de rejeição entre os entrevistados que acompanham sua trajetória; a rejeição absoluta dos candidatos, em geral, é considerada baixa.
- A entrevista foi veiculada no CB.Poder, parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília, em 17 de junho.
O Correio/OPINIÃO Inteligência Política aponta a possibilidade de um segundo turno entre Celina Leão e José Roberto Arruda na disputa pelo Palácio do Buriti, conforme análise apresentada ao CB.Poder nesta quarta (17/06). A entrevista ocorreu em parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília.
O conteúdo foi comentado pelo diretor do Opinião Inteligência Política, Alexandre Garcia, aos jornalistas Ana Maria Campos e Carlos Alexandre de Souza. O tema central: a elegibilidade de Arruda pode redefinir o cenário eleitoral.
A pesquisa indica que Celina Leão tem boa posição para avançar ao segundo turno. Garcia destacou que as decisões sobre a candidatura de Arruda devem definir a segunda colocação ou a força necessária para Celina no primeiro turno.
Dados da sondagem apontam rejeição de 35,7% a Celina Leão e 54,6% a Arruda entre os pesquisados que acompanham a trajetória dos candidatos. O estudo aponta que o desgaste de Ibaneis Rocha não foi repassado integralmente a Celina.
Potencial segundo turno e elegibilidade
Garcia afirma que a principal dúvida do momento é se Arruda poderá concorrer. A possível confirmação de sua elegibilidade pode manter o cenário com Arruda na disputa direta com Celina, influenciando a configuração do pleito.
O diretor pondera que a rejeição relativa de cada candidato ainda é limitada, o que mantém o quadro aberto. A análise se baseia nos números da pesquisa realizada pelo Opinião Inteligência Política.
Estagiária sob supervisão de Eduardo Pinho.
Entre na conversa da comunidade